Nova espécie de Microsternarchus Fernández-Yépez, 1968 (Gymnotiformes; Hypopomidae) para a Amazônia costeira, Brasil

Carregando...
Imagem de Miniatura

Tipo de Documento

Trabalho de Curso - Graduação - Monografia

Data

20-07-2026

Título(s) alternativo(s)

Tipo de acesso

Acesso Abertoaccess-logo

Citar como

OLIVEIRA, Cristina Maria Silva de. Nova espécie de Microsternarchus Fernández-Yépez, 1968 (Gymnotiformes; Hypopomidae) para a Amazônia costeira, Brasil. Orientadora: Janice Muriel Fernandes Lima da Cunha; Coorientador: Luiz Antônio Wanderley Peixoto. 2026. 17 f. Trabalho de Curso (Licenciatura em Ciências Naturais) – Faculdade de Ciências Naturais. Instituto de Estudos Costeiros, Campus Universitário de Bragança, Universidade Federal do Pará, Bragança-PA, 2026. Disponível em: https://bdm.ufpa.br/handle/prefix/9950. Acesso em: .
O gênero Microsternarchus integra os Hypopomidae, peixes elétricos, Gymnotiformes, conhecidos popularmente como tuviras e sarapós, sendo caracterizados principalmente por ter corpo comprimido e alongado sem a presença de nadadeira dorsal com a facilidade de nadar para “trás” e pela produção de descargas elétricas para comunicação, percepção do meio, proteção e alimentação. Atualmente, a diversidade do gênero é composta por cinco espécies. Com base em análises de material proveniente de igarapés da Amazônia costeira, no nordeste paraense, uma nova espécie é descrita para a bacia do rio Caeté. As análises morfométricas seguiram bibliografia especializada e foram aferidas com paquímetro modelo Mitutoyo ao décimo de milímetro. Parâmetros merísticos foram obtidos com observações diretas com auxílio de estereomicroscópio. As análises osteológicas implementadas com base em espécimes diafanizados de acordo com protocolo específico. A nova espécie pode ser diagnosticada das congêneres pelo formato do filamento caudal, achatado lateralmente (vs. cilíndrico), papila urogenital alongada nas fêmeas principalmente nos períodos reprodutivos (vs. papilas adjacentes ao ânus). A descrição de uma nova espécie para a bacia do rio Caeté contribui para o conhecimento da diversidade da ictiofauna de igarapés na Amazônia costeira e auxilia futuras pesquisas e estratégias de conservação da ictiofauna e das áreas alagáveis.

Fonte

Fonte URI