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  • Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Análise da prevalência de enteroparasitoses em PVHA atendidos no Centro de Testagem e Aconselhamento - CTA de Altamira-PA
    (2021-11-18) EVANGELISTA, Bruno da Silva; SANTOS, Eliaquim Almeida dos; GOMES, Sean Hermínio dos Santos; LAURENTINO, Rogério Valois; http://lattes.cnpq.br/1614212724390938
    As enteroparasitoses possuem importância especial frente ao quadro de imunodeficiência entre as PVHA. A sua presença se associa com o suporte sanitário débil nos países subdesenvolvidos e representa importante causa de adoecimento em nível mundial. O presente trabalho teve como objetivo avaliar a prevalência de enteroparasitoses em PVHA assistidas pelo Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA) de Altamira, Pará. Foram incluídos no estudo 104 pacientes, cujos dados foram agrupados em categorias para análise de associação (teste G) e de correlação (teste phi de correlação). A prevalência de enteroparasitoses foi de 33,65% e os resultados sugerem associação entre faixa etária e enteroparasitoses (p = 0,0486). A prevalência de enteroparasitoses na população PVHA é similar à encontrada em outros testudos e houve predominância em pacientes com renda salarial média de um salário mínimo. Os dados levantados no trabalho são pioneiros e representam aspectos importantes no controle de enteroparasitoses em PVHA.
  • Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Análise da relação entre os níveis de vitamina d, esteroides sexuais e densidade mineral óssea de homens com síndrome lipodistrófica associada ao HIV
    (2019-05) AGUIAR, Emanuel Rodrigues; XAVIER, Pedro Paulo Dias; LIBONATI, Rosana Maria Feio; http://lattes.cnpq.br/3818175484709618; https://orcid.org/0000-0002-1425-7806
    Estima-se que 400 milhões de pessoas no mundo e 760 mil no Brasil sejam portadoras do HIV. Após a introdução da HAART em 1996, houve muitas mudanças no perfil das doenças associadas ao HIV nas quais a síndrome do emaciamento e as doenças oportunistas deram lugar a outras condições como a Lipodistrofia. Esta última, com prevalências que variam de 8-84% na literatura, é caracterizada uma redistribuição patológica da gordura corporal e vem se associando a uma série de patologias endocrinometabólicas como diabetes, dislipidemia, hipogonadismo, hipovitaminose D, osteopenia, osteoporose. Vários estudos correlacionam o HIV à perda de densidade óssea, ao hipogonadismo e à hipovitaminose D. Contudo, poucos abordam a relação intrínseca entre esses fatores e ainda são bastante controversos para criar novos screenings e terapêuticas. Portanto, o objetivo principal do estudo foi correlacionar os níveis de esteroides sexuais, vitamina D e a densidade mineral óssea de homens com lipodistrofia associada ao HIV. O estudo atual reuniu 36 pacientes homens HIV+, usuários de TARV, com diagnóstico de lipodistrofia. Os pacientes passaram por exame clínico para diagnosticar a forma da lipodistrofia e exames complementares, como dosagens de vitamina D, esteroides sexuais, gonadotrofinas, paratormônio e prolactina. Foram submetidos ainda à realização de densitometria óssea em dois sítios. A análise estatística obedeceu 95% como o nível de confiança. O estudo obteve que os homens HIV+ com lipodistrofia apresentaram menor densidade mineral óssea e maior prevalência de osteopenia e osteoporose em relação a homens saudáveis. Obtiveram associação significativa com o escore T apenas o tempo de diagnóstico do HIV e os níveis de estradiol. Quando as variáveis foram correlacionadas à forma clínica de alteração densitométrica óssea, apenas estradiol e tempo de TARV obtiveram associação estatística significativa, enquanto o FSH apresentou apenas tendência. Em relação ao hipogonadismo, os homens do estudo apresentaram prevalência maior em relação a homens saudáveis, predominando a forma hipogonadotrófica. Além de não influenciarem na densidade mineral óssea, os níveis de Vitamina D e de testosterona livre não se mostraram estatisticamente correlacionados entre si no estudo. Conclui-se que os principais fatores associados à perda de DMO foram baixo estradiol, maiores tempos de diagnóstico do HIV e de TARV.
  • Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Aspectos clínico-epidemiológicos de mulheres HIV positivo na URE-MIA/Belém-Pa.
    (2011) COSTA, Diana Fiel da; REIS, Diego Araújo; BOTELHO, Nara Macedo; http://lattes.cnpq.br/5088569652644480; https://orcid.org/0000-0003-1781-0133
    INTRODUÇÃO: de acordo com a Organização Mundial de Saúde, o controle da infecção pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) é a maior prioridade global em saúde. A pandemia atinge a cada ano maior número de mulheres, que em 2009 já perfaziam 51% do total de portadores do vírus. No Brasil, mais de 54 mil gestantes foram infectadas de 2000 até 30/06/2010. A região Norte foi a menos acometida, no entanto o estado do Pará foi o que mais registrou casos da infecção na região. OBJETIVOS: o objetivo geral foi descrever aspectos clínico-epidemiológicos de mulheres HIV positivo na Unidade de Referência Materno Infantil e Adolescente, URE-MIA/Belém-PA. Os objetivos específicos foram descrever aspectos socioeconômicos e demográficos; verificar a prevalência de realização do pré-natal e se este foi completo ou não; constatar a forma mais comum de exposição ao HIV entre as pacientes; verificar em que época foi feito o diagnóstico da infecção, em relação à gestação e o parto; observar a prevalência de utilização de terapia antirretroviral (TARV), bem como da realização de exames complementares (CD4 e carga viral) durante a gestação e o parto; identificar as principais complicações obstétricas e a via de parto mais comum na população de estudo; comparar os dados obtidos na pesquisa com o que é preconizado pelo Ministério da Saúde (MS) e elaborar um protocolo de atendimento admissional para as gestantes soropositivas para o HIV que realizam pré-natal na URE-MIA. MÉTODOS: trata se de um estudo observacional, do tipo transversal, prioritariamente descritivo, realizado com mulheres HIV positivo que tiveram filhos matriculados no setor de Doenças Infecciosas e Parasitárias (DIP) da URE-MIA/Belém-PA, no período de janeiro de 2008 a janeiro de 2010, para investigação diagnóstica ou acompanhamento da infecção pelo HIV. A coleta dos dados foi feita através dos prontuários das crianças mediante protocolo de pesquisa pré-elaborado. Foram analisadas variáveis qualitativas e quantitativas referentes apenas às mães, incluindo dados socioeconômicos, forma de contágio, pré-natal, diagnóstico, tratamento, complicações obstétricas e parto. RESULTADOS: entre as 278 pacientes que compõem a amostra, constatou-se que a maioria estava na faixa etária de 20 a 29 anos, declarou-se de cor parda, cursou ensino fundamental incompleto ou completo, era do lar e procedente da cidade de Belém; mais de 90% realizou pré-natal, porém apenas 35,3% destes foram completos; a via de exposição mais comum foi a sexual; 61,5% fizeram uso de TARV na gestação (apenas 3,6% destes como preconizado pelo MS) e 72,3% no parto (60,4% destes como recomendado pelo MS); 37,8% realizaram exames complementares na gestação e 5% no parto; 36% apresentaram complicações obstétricas, sendo a mais comum ameaça de abortamento (14% destes); a principal via de parto foi cesárea eletiva (40%). CONCLUSÃO: ainda há grande deficiência na cobertura e seguimento pré-natal de pacientes HIV positivo no estado do Pará, necessitando urgentemente de maior capacitação profissional para atender este público, adequando às recomendações do MS desde a quantidade de consultas pré-natais até o diagnóstico, tratamento e via de parto nesses casos.
  • Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Aspectos clínico-epidemiológicos de pacientes com o vírus da imunodeficiência humana e marcadores sorológicos para o vírus da hepatite B atendidos na Casa Dia, Belém, Pará, 2007
    (2007) SANTOS, Bruna Cristina Lobo; ARAÚJO, Gabriella Bisi; CUNHA, Patrícia Antunes da; BAHIA, Gabriela Cardoso; http://lattes.cnpq.br/9731637732391586; Pereira, Lizomar de Jesus Maués; http://lattes.cnpq.br/8335502787825672; https://orcid.org/0000-0002-6755-8725
    O vírus da imunodeficiência humana (HIV) e da hepatite B utilizam a mesma rota de transmissão, sendo a prevalência do vírus da hepatite B em pacientes infectados pelo HIV maior do que aquela encontrada na população geral. Esta pesquisa visa conhecer os aspectos clínico-epidemiológicos dos pacientes com o HIV que apresentam marcadores sorológicos para o vírus da hepatite B, atendidos na Casa Dia, em Belém. Para a obtenção dos dados realizou-se um estudo retrospectivo e transversal, no período de dezembro de 2006 à março de 2007, quando foi revisado prontuários e aplicado um questionário padrão. Dos pacientes estudados, 85,4% (n=854) não fizeram sorologia para Hepatite B e 73,20% haviam recebido vacina anti-HBV. Observou-se que 88% dos participantes da pesquisa residem no estado do Pará, sendo 91% destes (n=30) do sexo masculino e 73% dos pacientes (n=20) são solteiros e 76% (n=25) têm idades entre 30 e 49 anos. Analisando os fatores de risco, pode-se observar que houve quantidade igual de heterossexuais e homens que fazem sexo com homens e 91% dos pacientes (n=30) não usavam preservativos durante as relações sexuais. Cinco pacientes, 15%, apresentavam linfócitos T CD4+ menor do que 200 células/mm³. Em relação aos marcadores sorológicos de Hepatite B, 25 pacientes apresentavam anti-HBc IgG positivos e 16, anti-HBs. O HBsAg apareceu em oito pacientes. As manifestações clínicas associadas ao HIV estavam presentes em 93,94% dos pacientes estudados, sendo que, em geral, havia mais de um sintoma em cada paciente. As mais freqüentes foram a astenia, observada em 63,63% destes, seguida de tosse e sintomas dispépticos, em 57,57% dos casos. Apesar da semelhança nas vias de transmissão do HBV e HIV poder justificar o encontro de um risco maior de infecção pelo HBV, os resultados encontrados neste trabalho mostram que a incidência dos marcadores sorológicos para hepatite B nos pacientes HIV positivos da Casa Dia em Belém não são tão significativos (3,3%).
  • Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Associação entre circunferência do pescoço e risco cardiovascular de pacientes que vivem com HIV/AIDS em assistência ambulatorial em uma unidade de referência de Belém-Pará
    (2018) FONSECA, Andreza Potiguara dos Santos; ALMEIDA, Larissa Azevedo de; MORI, Rejane Maria Sales Cavalcante; http://lattes.cnpq.br/0068497734511867; https://orcid.org/0000-0003-1769-0653
    Introdução: A terapia antirretroviral refletiu positivamente nos indicadores de morbidade, mortalidade e qualidade de vida de pessoas em tratamento para o HIV/Aids. Por outro lado, essa terapia provocou eventos metabólicos adversos e redistribuição de gordura corporal que são importantes fatores de risco para doenças cardiovasculares. Objetivo: Associar a relação entre a circunferência do pescoço e o risco cardiovascular em pacientes vivendo com HIV/Aids. Materiais e métodos: Estudo transversal, descritivo e analítico, com adultos entre 20­59 anos, de ambos os sexos, que vivem com HIV/Aids em uso de terapia antirretroviral, atendido na Unidade de Referência Especializada em Doenças Infecciosas e Parasitárias Especiais, Belém – Pará. Foram obtidos dados sócio­econômicos e demográficos, clínicos, pressóricos, hábitos de vida, além de parâmetros antropométricos e terapia antirretroviral. As analises estatísticas foram conduzidas no programa BioEstat versão 5.3, sendo confirmado o nível de significância estatística quando (α = 0,05). Resultado: Dos 50 pacientes estudados, 58% (n = 29) são do sexo masculino e 42% (n = 22) do feminino. A idade média foi de 39,41 ± 9,75 anos e 40,1 ± 9,4 anos, respectivamente. A Circunferência do pescoço (CP) evidenciou correlação positiva entre o IMC (p<0,001) e a CC (p<0,001) de mulheres e significância positiva entre IMC (p=0,017) e a CC (p=0,001) de homens. A CP não mostrou significativa correlação entre a RCQ de ambos os gêneros. Conclusão: A CP mostrou ser um eficaz marcador antropométrico de risco cardiovascular em pacientes que vivem com HIV/Aids.
  • Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Avaliação cardiovascular em pessoas vivendo com HIV/AIDS matriculadas na URE-DIPE-PA no período de outubro de 2017
    (2017) VICENTE, Gustavo de Souza; TAVEIRA, Romário Bonfim; MONTEIRO, Ronaldo Costa; http://lattes.cnpq.br/3506746011338045
    Introdução: A aids que antes era uma doença aguda passou a ser considerada uma doença crônica, contudo o aumento da sobrevida destes pacientes os expuseram aos efeitos degenerativos da doença e ao consequente surgimento de comorbidades não infecciosas relacionadas ao HIV e a toxidade do tratamento antirretroviral, dentre estas inclui-se as doenças cardiovasculares. Esses aumentos de eventos cardiovasculares em PVHA estão relacionados a uma série de fatores, dentre os quais está o estado inflamatório crônico próprio desta doença, o uso da TARV, com destaque para o uso dos inibidores de proteases que são responsáveis pela potencialização da dislipidemia nestes pacientes, sem deixar de citar alterações metabólicas e um estado mais “aterogênico” nessa população. As alterações metabólicas favorecem o surgimento de resistência à insulina, que representa um importante fator de risco para desencadear hipertensão arterial sistêmica. Essa resistência à insulina, a HAS, alterações do perfil lipídico e o aumento da cintura abdominal representam um quadro clinico conhecido como síndrome metabólica, que é um importante fator de risco para surgimento de doenças cardiovasculares. Objetivo: Descrever os principais fatores de risco cardiovasculares nas PVHA, utilizando a escore de Framingham, demonstrar o perfil lipídico das PVHA na UREDIPE-PA, identificar os principais antirretrovirais utilizados pelas PVHA na URE-DIPE-PA, descrever o perfil sócio - demográfico e os hábitos de vida das PVHA. Casuística e método: Foi realizado um estudo do tipo transversal, descritivo-analítico no período de outubro de 2017, com 46 indivíduos PVHA matriculados e acompanhados na URE-DIPE-PA. O presente projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa com Seres Humanos do Instituto de Ciências da Saúde da Universidade Federal do Pará (ICS-UFPA), Número do Parecer: 112753/2017; CAE: 77367917.5.0000.0018. Resultados: Foram avaliados 46 pacientes matriculados na URE-DIPE-PA. O percentual do gênero masculino (63,1%) foi superior ao feminino (36,9), a faixa etária com maior frequência, foi entre 40-44 anos (26,1%), seguido da seguinte faixa etária 20-34 anos (21,7%) e de mais de 50 anos (21,7%). Há predominância de pessoas solteiras com (80,5%), seguindo dos casados com (10, 8%). Os que possuem rendimento até dois salários mínimos foram os que mais estavam com os diagnósticos (82,6 %), seguido os que tinham rendimento entre 3 a 5 salários mínimos (14,9%) e os que tinham rendimento acima de seis salários mínimos (2,1%). A maioria dos indivíduos (50%) procede de Belém e região metropolitana, sendo que os indivíduos procedentes do interior do estado foram bem expressivos (43,4%). Há um maior percentual entre os indivíduos que possuem o 2° grau completo (42,6%), seguido do 1° grau incompleto (34 %), já o nível superior foram considerados baixo com apenas (4, 3%) aos que já concluíram ou estão em andamento. Conclusão: Houve predomínio do gênero masculino, idade entre 40 e 44 anos, procedentes da região metropolitana de Belém. Entre as profissões houve prevalecimento de profissionais autônomos, doméstica, cabeleireiro e estudantes. O HDL-colesterol alterados, os níveis de triglicerídeos acima da normalidade, o sedentarismo e os hábitos alimentares inadequados foram os achados mais frequentes ente as PVHA.
  • Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Avaliação da adesão ao controle da transmissão vertical do HIV entre mães atendidas em maternidade de referência do Estado do Pará
    (2008) SOUZA, Lívia Layany Ferreira de; RAIOL, Theisla Kely Azevedo; DAMASCENO, Ana Cláudia Alves; http://lattes.cnpq.br/6202464010989232
    Introdução: O crescimento de casos de AIDS entre mulheres teve, como conseqüência, o aumento da transmissão vertical da infecção pelo HIV. A transmissão de mãe para filho pode ocorrer durante a gestação, no momento do parto e durante o aleitamento materno, sendo que a maior parte ocorre no período peri-parto, devido o contato com sangue e secreções maternas contaminadas. Atualmente a taxa de transmissão do HIV sem qualquer intervenção é de aproximadamente 25%, porém vários estudos publicados na literatura, demonstraram uma redução para níveis de zero a 2% com uso de antiretrovirais durante a gestação e o parto; parto cesáreo eletivo; uso de AZT xarope para o recém-nascido e contra-indicação do aleitamento materno. Objetivos: 1) avaliar a realização das medidas profiláticas da transmissão vertical do HIV, nas gestantes, durante o pré-natal, e na maternidade; 2) Estabelecer comparações entre as mães que tiveram diagnóstico sorológico na ocasião do parto e aquelas que já conheciam sua sorologia positiva anteriormente ao parto, em relação à adesão aos procedimentos para redução dos riscos de infecção nos recém-nascidos; 3) Avaliar o perfil epidemiológico de mães que menos aderiram ao controle da transmissão materno-infantil do HIV; 4) Avaliar o resultado da profilaxia da transmissão vertical nas crianças (soroconverssão) no período de um ano de acompanhamento. Casuística e métodos: Estudo coorte, de 103 gestantes admitidas na FSCMPA para assistência ao parto, no período de janeiro à dezembro de 2006. As gestantes foram divididas em dois grupos: grupo A, conheceram sua soropositividade na maternidade, na ocasião do parto; grupo B, tiveram conhecimento do seu estado de soropositividade antes do parto (durante o pré-natal ou anteriormente). As pacientes em estudo, foram acompanhadas pelo período de um ano, por meio de seus prontuários, nas unidades de referência espacializadas. Resultados: 84,5% pertenciam ao grupo B, e 15,5% pertenciam ao grupo A. 89,7% das mães do grupo B utilizaram AZT na gestação; 25% das mães do grupo A não levaram seus filhos para continuação da profilaxia da transmissão vertical, contra 13,8% das mães do grupo B; dentre as mães que fizeram a procura por serviço especializado, no grupo A, apenas 33,3% permaneceram assíduas nas consultas e no grupo B foram 60%; a sororreversão foi confirmada em 16,7% das crianças do grupo B. Entre as mães que não buscaram as unidades de referência (16/103), 75% eram solteiras; 62,5% eram do interior do estado; e 50% haviam feito pré-natal completo. Conclusão: mães que ainda não conheciam seu estado de portadora na ocasião do parto, foram as que menos aderiram ao controle da transmissão vertical da AIDS.
  • Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Avaliação da evolução da densidade mineral óssea em pessoas vivendo com hiv/aids: um estudo longitudinal
    (2024-03-15) SILVA, Fernanda Protázio; LIBONATI, Rosana Maria Feio; http://lattes.cnpq.br/3818175484709618; https://orcid.org/0000-0002-1425-7806
    Pessoas vivendo com HIV/AIDS (PVHA) apresentam com mais frequência alterações de densidade mineral óssea. O objetivo foi analisar a evolução da densidade mineral óssea de PVHA. Para isso, foram coletados dados de prontuário e resultados de densitometrias ósseas (DMO) de um momento inicial e outro final; foram incluídos pacientes maiores de 18 anos, em uso de terapia antirretroviral (TARV) atendidos no período de 2017 a 2024, no ambulatório do Núcleo de Medicina Tropical (NMT), em uma cidade do norte do Brasil. Foram analisados dados de 53 PVHA e constatada idade média de 59,4 anos, prevalência do sexo masculino (52,8%), mediana de contagem de linfócitos T CD4 de 754 células/cm², predominância de carga viral indetectável (92,5%), alta prevalência do uso de tenofovir (66%) e tempo médio de HIV e de TARV de 18,83 e 18,37 anos, respectivamente. As principais comorbidades foram dislipidemia (79,2%) e lipodistrofia (58,5%). Na amostra observou-se prevalência de baixa densidade mineral óssea (osteopenia e osteoporose), com 67,9% na DMO inicial e 62,2% na DMO final, e de hipovitaminose D (60,4%). Fatores de risco associados com a baixa densidade mineral óssea em PVHA foram idade elevada (p= 0,002) e sexo feminino (p= 0,019). Comparando-se as DMO inicial e final de cada paciente, 75,5% apresentaram melhora ou estabilidade na densidade mineral óssea. Observou-se melhora nos valores de T-score da coluna lombar (p= 0,007), com aumento percentual de 15,6%. O acompanhamento clínico dessa população é fundamental para rastrear e tratar precocemente a ocorrência de comorbidades, inclusive as alterações osteometabólicas.
  • Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Avaliação da síndrome consumptiva em pacientes internados com HIV/AIDS
    (2018) ALEIXO, Brenda Cristina Pinheiro; SILVA, Luise Adriane Viana da; COSTA, Alodia Brasil; http://lattes.cnpq.br/2521122451739178; https://orcid.org/0000-0001-7195-9305; COSTA, Lilian Pereira da Silva; http://lattes.cnpq.br/3761565868827046; https://orcid.org/0000-0003-2803-3616
    O presente estudo teve como objetivo identificar a síndrome consumptiva e traçar o perfil antropométrico em pacientes internados com HIV/AIDS. Foi realizado um estudo observacional, descritivo e de corte transversal, incluídos pacientes de ambos os sexos, com idade igual ou superior a 20 anos. Foram coletados dados sociodemográficos, medidas antropométricas: peso atual (PA), peso usual (PU), altura, circunferências do braço (CB), cálculo do Índice de massa corporal (IMC), percentuais de adequações de CB e PU, triagem nutricional Nutritional Risk Screening­2002. O estudo fez parte de um Projeto de Extensão intitulado “Acompanhamento Nutricional de Pacientes Internados na Clínica de Doenças Infecciosas e Parasitárias do HUJBB”. Foram avaliados 102 pacientes, a maioria dos pacientes apresentou uma perda de peso compatível com a classificação da síndrome consumptiva. Com isso, pela triagem nutricional foi possível identificar que a maioria dos pacientes avaliados se encontrava com risco nutricional. As informações encontradas indicam a necessidade da introdução precoce de acompanhamento nutricional na prevenção e/ou tratamento da desnutrição, a fim de reduzir as complicações do HIV, melhorando a eficácia da terapia medicamentosa, reduzindo tempo de internação e permitindo o progresso na qualidade de vida dos pacientes com HIV/AIDS.
  • Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Avaliação de déficit cognitivo em pessoas vivendo com HIV/AIDS em uso de terapia antirretroviral: estudo de série de casos
    (2022) BASTOS, Vanessa Giovana da Costa; BEBIANO, Rosana Maria Feio Libonati; http://lattes.cnpq.br/3818175484709618; https://orcid.org/0000-0002-1425-7806
    Pessoas vivendo com HIV/Aids ainda enfrentam desafios associados ao processo de senescência, com a maior suscetibilidade de desenvolver déficits neurocognitivos. Este estudo objetivou avaliar o déficit cognitivo em pessoas vivendo com HIV/aids em uso de terapia antirretroviral atendidos em hospital de referência de Belém do Pará. Foi descrito uma série de casos, com abordagem qualitativa e quantitativa, em 60 pacientes maiores de 18 anos, em uso de TARV, nos quais foi feita aplicação de três escalas funcionais: Escala Internacional de demência em HIV; Escala Instrumental para Atividades da Vida Diária; e teste do Mini Exame do Estado Mental. Do total, 58 pacientes realizaram a IHDS e a IADL, 81,03% com alterações cognitivas com diferença de idade significativa (p=0,025) e maior idade neste grupo (média de 59 anos e DP±8,9). Cinquenta e seis pacientes realizaram MEEM, 42,85% com alterações, diferença de idade significativa (p=0,025) e maior idade neste grupo (média de 60 anos e DP±10,9). Na análise de regressão logística multivariada, a idade foi um fator de risco para o desenvolvimento de alterações no MEEM (p=0,034, OR=1,069, IC95%= 1,005- 1,130) e a atividade física foi um fator de proteção independente (p=0,017, OR=0,168, IC95%=0,038-0,721), no grupo caso, 12,5% realizavam atividade física e no grupo controle 53,1%. Concluiu-se que as escalas aplicadas são uma importante ferramenta de triagem cognitiva dos pacientes HIV em uso de TARV, atuando como indicador do estado funcional e cognitivo do paciente.
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