As brincadeiras no desenvolvimento das funções executivas em crianças na educação infantil

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Tipo de Documento

Trabalho de Curso - Graduação - Monografia

Data

19-09-2025

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CASTRO, Amanda de Almeida. As brincadeiras no desenvolvimento das funções executivas em crianças na educação infantil. Orientadora: Sônia Eli Cabral Rodrigues. 2025. 23 f. Trabalho de Curso (Licenciatura em Pedagogia) – Faculdade de Educação, Instituto de Ciências da Educação, Universidade Federal do Pará, Belém, 2025. Disponível em: https://bdm.ufpa.br/handle/prefix/9178. Acesso em:.
As atividades lúdicas favorecem habilidades como memória de trabalho, controle inibitório e flexibilidade cognitiva, habilidades desenvolvidas pelas Funções Executivas (FEs) (Diamond, 2013). Ademais, Kandel (2023) discute as bases neurobiológicas do aprendizado, enquanto estudos do Center on the Developing Child, da Universidade de Harvard (2021), evidenciam que experiências lúdicas de qualidade potencializam a aprendizagem e o desenvolvimento integral. Nesse contexto, o presente trabalho tem como objeto de estudo a relação entre as funções executivas e as brincadeiras na Educação Infantil (EI), considerando o brincar como recurso pedagógico capaz de favorecer o desenvolvimento cognitivo, social e emocional das crianças. O problema de pesquisa parte da seguinte questão: de que maneira as brincadeiras podem contribuir para o desenvolvimento das funções executivas na primeira infância? O objetivo geral consiste em compreender como o brincar pode estimular e fortalecer essas funções em crianças da EI. Como objetivos específicos, busca-se identificar os tipos de brincadeiras que favorecem as funções executivas e analisar de que forma essas experiências lúdicas podem contribuir para a aprendizagem significativa. A metodologia adotada fundamenta-se em uma pesquisa bibliográfica de caráter qualitativo, realizada a partir da análise de artigos científicos, dissertações, teses e documentos publicados entre 2010 e 2024, além de autores clássicos como Piaget (1975) e Vygotsky (1998) que oferecem bases essenciais para a compreensão do desenvolvimento infantil e do papel do brincar. Embora fora do recorte temporal, suas contribuições permanecem indispensáveis para fundamentar a discussão. Os resultados indicam que, quando intencionalmente mediadas pelo professor, as brincadeiras tornam-se estratégias indispensáveis na Educação Infantil, promovendo a aprendizagem, a interação social e o desenvolvimento global da criança. Assim, conclui-se que as brincadeiras, ao integrarem prazer e aprendizagem, fortalecem as funções executivas e consolidam-se como práticas indispensáveis na EI.

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