Indivíduo blasé e o Teatro do Oprimido: uma análise simmeliana sobre o homem pós pandêmico

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Tipo de Documento

Trabalho de Curso - Graduação - Artigo

Data

09-02-2026

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CRUZ, Carla Renata Dias da. Indivíduo blasé e o Teatro do Oprimido: uma análise simmeliana sobre o homem pós pandêmico. Orientadora: Adriana Maria Cruz dos Santos. 2026. 18 f. Trabalho de Curso (Licenciatura em Teatro) – Escola de Teatro e Dança, Instituto de Ciências da Arte, Universidade Federal do Pará, Belém, 2026. Disponível em: https://bdm.ufpa.br/handle/prefix/9971. Acesso em:.
O presente trabalho tem por objetivo fazer uma análise sobre como o teatro é capaz de despertar o homem de um estado de adormecimento físico e mental, que a vida cotidiana impõe para os corpos que são doutrinados para o trabalho. Tendo como ponto de partida a figura do Indivíduo Blasé — sujeito urbano que vive em uma sociedade cada vez mais individualista e materialista, em virtude da vivência em cenário de pós-pandemia da COVID-19. Nesse contexto, o teatro promove o encontro desse indivíduo consigo mesmo e com os outros, a partir das trocas, atravessamentos e questionamentos sobre as opressões sofridas por esse corpo inserido na engrenagem esmagadora da sociedade capitalista de consumo, que cada vez mais o desumaniza e reduz toda a complexidade do ser humano à mera funcionalidade operacional. Fazendo uma analogia ao Teatro do Oprimido de Augusto Boal e suas aplicações práticas relacionadas ao poder transformador do teatro na sociedade.

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