Transtorno de Espectro Autista e as práticas inclusivas nas produções acadêmicas das Reuniões Nacionais da ANPEd (41ª, 42ª)

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Tipo de Documento

Trabalho de Curso - Graduação - Artigo

Data

14-07-2026

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CARNEIRO, Graziellly de Paula da Silva. Transtorno de Espectro Autista e as práticas inclusivas nas produções acadêmicas das Reuniões Nacionais da ANPEd (41ª, 42ª). Orientadora: Ana Paula Vieira e Souza. 2026. f. Trabalho de Curso (Licenciatura em Pedagogia) – Faculdade de Educação, Campus Universitário de Bragança, Universidade Federal do Pará, Bragança-PA, 2026. Disponível em: https://bdm.ufpa.br/handle/prefix/9933. Acesso em: .
Este Trabalho de Conclusão de Curso é resultado da pesquisa sobre o Transtorno de Espectro Autista (TEA) e as práticas inclusivas nas produções acadêmicas da 41ª, 42ª Reuniões Nacionais da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação (ANPEd), com foco nos estudos apresentados no Grupo de Trabalho o GT-15 – Educação Especial. A pesquisa parte do seguinte problema: de que forma o Transtorno do Espectro Autista é abordado nas produções acadêmicas das Reuniões Nacionais da ANPEd e quais práticas inclusivas são discutidas para o fortalecimento da inclusão escolar? O objetivo geral consistiu em analisar as produções acadêmicas das 41ª e 42ª Reuniões Nacionais da ANPEd sobre o TEA e as práticas inclusivas no contexto escolar. Metodologicamente, trata-se de uma pesquisa qualitativa, de natureza bibliográfica e documental, fundamentada na abordagem do Estado do Conhecimento. Foram analisados trabalhos publicados no GT-15 da Educação Especial que abordam o Transtorno do Espectro Autista e as práticas inclusivas. Os resultados evidenciam avanços no debate acadêmico acerca da inclusão escolar de estudantes com TEA, destacando a importância das políticas públicas inclusivas, da mediação pedagógica, do brincar como estratégia de desenvolvimento e da formação docente. Entretanto, as pesquisas também apontam desafios relacionados à efetivação das políticas inclusivas, à insuficiência de recursos pedagógicos e à necessidade de formação continuada para professores. Conclui-se que, embora existam avanços normativos e acadêmicos no campo da educação inclusiva, ainda persistem obstáculos que dificultam a consolidação de práticas pedagógicas capazes de garantir a participação, a permanência e a aprendizagem significativa de estudantes com Transtorno do Espectro Autista.

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