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Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Doença de Chagas aguda como uma doença veiculada por alimentos no Brasil(2002) FIGUEIRA, Camila Nunes; PAGLIARINI, Flávia Cristina; SILVA, Luísa Margareth Carneiro da; http://lattes.cnpq.br/2465169924232779; https://orcid.org/0000-0002-9065-7879A doença de Chagas é considerada uma doença tropical negligenciada, predominante nas regiões em desenvolvimento onde o clima é quente, úmido e as condições de moradia e saúde favorecem a proliferação e contágio da mesma. A infecção é causada pelo protozoário Tripanossoma cruzi, que hospeda-se no percevejo conhecido como “barbeiro”. Existem duas fases da doença, a aguda e a crônica. Nos últimos anos, a doença de chagas aguda (DCA) vem sendo notificada numa escala crescente e o modo de transmissão mais recorrente tem sido a transmissão oral por alimentos. Nos estudos epidemiológicos a Amazônia tem sido destaque, especificamente a região Norte, com a maior taxa de incidência e novamente sendo a transmissão oral, a mais frequente. O objetivo deste estudo está em descrever aspectos da DCA como uma doença veiculada por alimentos no Brasil. Trata-se de um estudo transversal, analítico e descritivo, com base em dados secundários disponíveis no Sistema de Agravos de Notificação (SINAN) do Ministério da Saúde. Foram analisados: número de casos confirmados; modo de transmissão; local provável de infecção; gênero; faixa etária; zona de residência; raça; e sazonalidade mensal da doença nas cinco regiões do Brasil, nos anos de 2007 a 2019. Foram tabulados os casos confirmados, disponíveis de forma pública em plataforma online. Observa-se que o aumento e incidência de DCA no país, majoritariamente na região Norte e Amazônica, se deu pela transmissão oral e que políticas de higienização podem ser uma solução para o controle e diminuição dos números de casos.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Infarto agudo do miocárdio: um estudo retrospectivo em um hospital de referência da cidade de Belém(2009) MACIEL, Rafael da Silva; TAVARES, Roseneide dos Santos; http://lattes.cnpq.br/2302813977671086O Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) é uma das conseqüências mais graves para pessoas com doenças cardiovasculares. Este estudo é retrospectivo, descritivo com abordagem quantitativa. Teve como objetivos os seguintes: a) Identificar os principais fatores de risco apresentados por pacientes vítimas de infarto agudo do miocárdio internados em um hospital de referencia em Belém do Pará; b) Mostrar a influência dos fatores de risco e estilo de vida como fatores desencadeantes para o episodio do IAM; e c) Identificar o perfil epidemiológico dos pacientes infartados. A amostra foi composta por pacientes com diagnóstico médico de IAM que internaram na Fundação Hospital de Clínicas Gaspar Viana nos anos de 2007 e 2008. Foram coletados dados de 80 prontuários, sendo 40 de cada ano o que equivaleu a 24,1% e 31,7%, respectivamente. A coleta de dados ocorreu no período de 20 a 30 de maio do ano de 2009, onde puderam ser identificados os principais fatores de risco cardiovasculares para o IAM. A maioria da amostra que se diagnosticou infarto tinha entre 51 a 90 anos e os fatores de risco modificáveis como Hipertensão Arterial Sistêmica, Diabetes, Sedentarismo, Tabagismo continua elevando os índices de mortalidade do IAM. O infarto é uma doença prevenível, desde que as pessoas mantenham hábito e estilo de vida saudáveis. Deseja-se contribuir para que os profissionais de enfermagem possam adquirir mais conhecimentos acerca do assunto e, cada vez mais, humanizar a assistência de enfermagem para os pacientes, e para que mais pessoas deixem de se tornar vitimas de IAM.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Prevalência de doenças de notificação compulsória: um estudo epidemiológico(2011) SOUZA, Daniele Lima de; CARÁGENES, Vivian Lúcia D’Annibale; http://lattes.cnpq.br/1030211969937391; TAVARES, Roseneide dos Santos; http://lattes.cnpq.br/2302813977671086As Doenças de Notificação Compulsória são assim designadas por constarem na Lista de Doenças e Agravos de Notificação Compulsória, em âmbito mundial, nacional, estadual e municipal. Grande parte dessas doenças, devido sua gravidade demanda tratamento hospitalar em algum momento de sua evolução, sendo nesses casos que o Núcleo de Vigilância Epidemiológica do Hospital Universitário João de Barros Barreto, contribui para realização das ações da vigilância epidemiológica. Este trabalho tem como objetivo verificar a prevalência das Doenças de Notificação Compulsória ocorridas no Hospital Universitário João de Barros Barreto no período de janeiro de 2007 a dezembro de 2010, abrangendo as seguintes variáveis: critério de confirmação do diagnóstico, sexo, faixa etária, escolaridade, procedência e óbitos. Trata-se de um estudo descritivo, retrospectivo, com abordagem quantitativa. A fonte utilizada foi o Sistema de Informações de Agravos de Notificação do Núcleo de Vigilância Epidemiológica. A análise dos dados foi realizada por meio do programa BioEstat 5.0, através do teste qui-quadrado e Teste G. O teste qui-quadrado foi utilizado nas variáveis que envolveram sexo, faixa etária e escolaridade. O Teste G foi aplicado nas variáveis que abrangeram procedência e óbitos. No período em estudo, foram registrados no banco de dados 7.194 casos suspeitos de Doenças de Notificação Compulsória, sendo destes 5.374 confirmados, entre as confirmados 4.908 correspondem a doenças prevalentes como tuberculose (2.057/4.908), meningite (923/4.908), AIDS (695/4.908), dengue (523/4.908), hepatites virais (383/4.908) e leishmaniose visceral (327/4.908). O critério de confirmação do diagnóstico foi maior através do critério clínico laboratorial do que o critério clínico-epidemiológico, exceto para tuberculose que teve a maior parte dos seus casos confirmados através do critério clínico-epidemiológico. O sexo masculino foi superior ao feminino em todas as doenças prevalentes em estudo. Destaca-se a faixa etária com maior freqüência de 0-12 anos para meningites, dengue e leishmaniose visceral, dos 19-39 anos para tuberculose e AIDS e dos 40-59 anos para hepatites virais. Quanto a escolaridade, a maior parte dos casos de meningite e leishmaniose visceral não possuíam ao menos um ano de estudo, para a AIDS com 5-8 anos e nos casos de dengue, tuberculose e hepatites virais prevaleceu 9-12 anos de estudo. A maioria dos casos confirmados é procedente da mesorregião metropolitana de Belém (74,55%). Quanto aos óbitos, a AIDS predomina 44,75% dos casos, seguido respectivamente a tuberculose, meningites, hepatites virais, leishmaniose visceral e dengue. As doenças em estudo exigem medidas eficazes para a sua prevenção e controle. O profissional de enfermagem, deverá colaborar com o processo de informação, decisão e ação, através de conhecimento teórico e científico do ambiente e situações de risco, realizando ações que promovam saúde para a sociedade de um modo geral.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Revisitando as políticas de saúde mental no Brasil(2011) LEITE, Larissa Pinheiro do Rosário Oliveira; PEREIRA, Luciléia da Silva; http://lattes.cnpq.br/1195286832930201O presente estudo tem como objetivo refletir sobre os princípios da reforma psiquiátrica como uma possibilidade de assistência integral do sujeito. Deu-se através de uma pesquisa bibliográfica nas bases de dados eletrônicas Medline e Lilacs (2001 a 2011), com os seguintes descritores: políticas de saúde mental, reforma psiquiátrica e desinstitucionalização. Trata da história da psiquiatria no Brasil e no Pará, abordando os acontecimentos que modificaram a assistência ao portador de transtorno psíquico, evidenciando o processo da reforma psiquiátrica, que tem como uma das vertentes principais a desinstitucionalização com consequente desconstrução do manicômio e dos paradigmas que o sustentam. A substituição progressiva das práticas asilares por outros modelos terapêuticos exigiu e ainda exige esforços da sociedade como um todo, que se apoiam em políticas de saúde mental, para que se garanta a cidadania do doente, seus direitos e atentando para a sua singularidade. Tal assunto vem sendo objeto de discussão não só entre os profissionais de saúde, mas também em toda a sociedade. No Pará, o processo de mudança na assistência à saúde mental acontece com certo atraso em relação a outros estados, mas proporciona ao doente um atendimento mais humano utilizando-se de modelos substitutivos de assistência. A atenção em saúde mental ainda tem muito a avançar, as dificuldade que sabemos existir no funcionamento da rede, não pode ser maior que a vontade de lutar para que consigamos cada vez mais a melhoria da qualidade de atenção a essas pessoas, fazendo valer os esforços de outras gerações e para que a Reforma Psiquiátrica não se esgote na aprovação de leis, entendendo que cada uma dela é o começo de mais uma longa trajetória a ser percorrida.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Protocolo de assistência de enfermagem para pacientes submetidos a transplante cardíaco internados em unidade de terapia intensiva(2011) GONÇALVES, Glória Letícia Oliveira; MOY, Priscila Alves; TAVARES, Roseneide dos Santos; http://lattes.cnpq.br/2302813977671086O transplante cardíaco constitui uma modalidade terapêutica comprovada em pacientes cardiopatas na fase terminal. Atualmente é a melhor opção terapêutica e a última terapia para pacientes com insuficiência cardíaca em estágio final. A intenção do transplante cardíaco é prolongar a vida do paciente acometido pela enfermidade que se concentrou no coração, alterando significativamente sua vida. Este estudo teve como objetivo desenvolver um protocolo de assistência de enfermagem destinado ao transplantado cardíaco em Unidade de Terapia Intensiva. Caracteriza-se por ser descritivo com abordagem qualitativa, realizado por meio de uma pesquisa bibliográfica abrangendo o período de 2000 a 2010. Considera-se como prováveis diagnósticos de enfermagem identificados no paciente em pós-operatório de cirurgia cardíaca os seguintes: risco para integridade da pele prejudicada; padrão respiratório ineficaz; risco de infecção; dor aguda, dentre outros. Tais diagnósticos, bem como os demais, estão acompanhados de suas características definidoras, fatores de riscos e intervenções de enfermagem. O protocolo trás os principais procedimentos feitos com o paciente no pós-operatório de cirurgia cardíaca tais como: monitorização cardíaca, balanço hídrico, cuidados com curativos, banho no leito, dentre outros. Recomenda os cuidados no sentido de evitar a incfeção. Acredita-se na importância do protocolo enquanto aliado às informações dos procedimentos necessários ao atendimento do paciente internado na UTI por conta do transplante cardíaco, uma vez que a demonstração dos principais diagnósticos e as intervenções de enfermagem aplicadas aos mesmos ajudarão na elaboração de estratégias que facilitem o cuidado de enfermagem. Contribui-se assim, para que os profissionais de enfermagem possam adquirir mais conhecimentos e refletir sobre a assistência prestada ao paciente, no sentido de promover um cuidado sistematizado, humanizado e de qualidade.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Perfil dos idosos submetidos à cirurgia oftalmológica e as implicações da hipertensão arterial: um estudo no Hospital Universitário Bettina Ferro de Souza(2011) ESPIRITO SANTO, Evelin Lorena Sousa do; MARINHO, Thamyris Abreu; TAVARES, Roseneide dos Santos; http://lattes.cnpq.br/2302813977671086O crescimento da população idosa se traduz no aumento das doenças crônico-degenerativas associadas aos agravos da senescência, assim como no aumento mais recentemente, de procedimentos cirúrgicos. Este trabalho objetivou verificar o perfil e a incidência de hipertensão arterial sistêmica (HAS) nos idosos submetidos à cirurgia oftalmológica no HUBFS. Trata-se de um estudo transversal, prospectivo, com análise quantitativa dos dados, sendo estes coletados a partir do questionário utilizado como instrumento de coleta. A verificação da PA seguiu a técnica preconizada nas VI Diretrizes Brasileiras de Hipertensão Arterial. O período da coleta foi de julho a dezembro de 2010. Dos 32 idosos da amostra, a maioria era do sexo feminino (53.1%), com idade média de 68.3 anos, pardos (56.3%), provenientes da região metropolitana de Belém (65.6%), escolaridade até o ensino fundamental incompleto ou completo (81.3%). Não exercem trabalho remunerado (81.3%), possuem renda familiar de até três salários mínimos mensais (87.5%). Apresentam IMC sem risco para doenças cardiovasculares (59.4%), não praticam atividade física (62.5%), não são etilistas (84.4%), nem tabagistas (93.8%). Alguns já se submeteram a cirurgia pelo menos uma ou duas vezes na vida (62.5%). Após a classificação dos níveis pressóricos, identificamos 81,3% de idosos hipertensos. Não houve relação estatisticamente significante entre a hipertensão e as variáveis: grupo etário, cor da pele, escolaridade, renda, atividade física, etilismo, tabagismo e outros fatores de risco como as cardiopatias, dislipidemias, ansiedade e diabetes. Resultados estatisticamente importantes foram evidenciados nas relações entre hipertensão e as variáveis: sexo, IMC, circunferência abdominal (CA) e experiência cirúrgica. Avaliada pelo teste t de Student para amostras independentes, verificouse que no sexo masculino a PAS média final foi significativamente maior que a do sexo feminino (p =0,01). Analisadas pelo Teste Correlação de Pearson (r), CA e IMC mostraram correlação moderada positiva (r=0.753; p=0.00). Entre as variáveis, IMC com a PAS (r=0.403; p=0.022) e PAD (r=0.457; p=0.009) e a CA com a PAS (r=0.409; p=0.020) e PAD (r=0.391; p=0.027), verificou-se uma correlação fraca positiva. O resultado da análise de regressão linear simples do IMC e CA com a HAS mostrou-se positiva e contínua, tanto com os valores de PAS (coeficiente β1 = 1.489) e PAD (coeficiente β1 = 1.155) com o IMC, como de PAS (coeficiente β1 = 0,498) e PAD (coeficiente β1= 0.325) com a CA, indicando que para cada aumento de uma unidade no IMC, a PAS aumentaria em 1.489 mmHg e a PAD aumentaria em 1.155 mmHg, e que para cada aumento de 1 cm na CA a PAS aumentaria em 0.498 mmHg e a PAD aumentaria em 0.325mmHg. Os valores da média e do desvio padrão da PAS e PAD por experiência cirúrgica da amostra revelou resultados estatisticamente significativos, sendo que entre os quatro grupos a diferença média entre a PAS (p=0.02) e a PAD (p=0.01) dos idosos com uma ou duas experiências cirúrgicas foi maior do que naqueles com três ou quatro experiências cirúrgicas (p=0.02), ao nível de significância de 5%. Portanto, identificar o perfil dos idosos submetidos à cirurgia oftalmológica foi importante para entender as demandas deste tipo de paciente e a influência que a HAS tem sobre os mesmos, revelando a necessidade de maior atenção nos cuidados assistenciais prestados.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Eclâmpsia: fatores determinantes em um grupo de mulheres, atendidas em uma maternidade pública(2011) LOPES, Leyla Santiago; RASSY, Maria Elizabete de Castro; http://lattes.cnpq.br/2135939080990064; LOPES, Márcia Maria Bragança; http://lattes.cnpq.br/6740484061412959Este trabalho procura conhecer as determinantes em saúde, prevalentes na eclampsia de um grupo de mulheres, através da identificação dos fatores predominantes da patologia, conhecimento do perfil sócio-econômico, cultural e de saúde reprodutiva das entrevistadas. Para tanto, realizou-se um estudo, descritivo, com abordagem quantitativa, de caráter exploratório, sustentado no referencial teórico sobre distúrbios hipertensivos com a manifestação de eclampsia e educação em saúde. A análise quantitativa dos dados observados aponta para o fato da maioria das entrevistadas não desenvolver atividade remunerada, contribuindo para o agravamento das condições econômicas familiares e para todas as conseqüências delas advindas; a baixa escolaridade tem grande influência no agravamento das condições econômicas familiares, a dificuldade de acesso ao ensino formal e o pouco acesso as informações, vulnerabilidade e exposição a morbidade por doenças preveníveis como a eclampsia Considerando que a maioria é egressas do interior do Estado, há perspectiva de que a menor adesão ao pré-natal, se dá em função da dificuldade de acesso e das menores possibilidades em obter assistência a saúde adequada em qualidade e quantidade. A constatação de que a grande maioria teve intercorrências na gravidez e um número pequeno teve o número de consultas adequado durante o pré-natal, leva a aferir que uma serie de fatores identificados nesta pesquisa contribuíram para a ocorrência de eclampsia na população pesquisada. Em contrapartida, sugere-se a implementação da ação educativa, como arma importante para o impacto e mudança do quadro hoje identificado, na clientela do Sistema Único de Saúde.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Estudo de prevalência dos casos de meningite no Hospital Universitário João de Barros Barreto(2011) COSTA, Débora Lobato de Souza; PRESTES, Gleicy Valente; TAVARES, Roseneide dos Santos; http://lattes.cnpq.br/2302813977671086A meningite consiste em uma inflamação das meninges, membranas protetoras que envolvem o cérebro e a medula espinhal. A transmissão é de pessoa para pessoa, através das vias respiratórias ou por contato direto com as secreções do paciente. As meningites constituem um grupo de doenças cuja notificação é compulsória. Este trabalho objetiva verificar a prevalência de casos de Meningite no Hospital Universitário João de Barros Barreto de acordo com as variáveis idade, sexo, procedência, principais manifestações clínicas, tipo de meningite, co-infecções e tipo de alta, no período de janeiro de 2007 a dezembro de 2010. Trata-se de um estudo com abordagem quantitativa, descritiva, retrospectiva e transversal. A fonte de dados foi o Sistema de Informações de Agravos de Notificação do Núcleo de Vigilância Epidemiológica. No período de quatro anos, foram registrados a partir do banco de dados 915 casos notificados com o diagnóstico de meningite. Destaca-se a faixa etária de 1 a 12 anos com 327 casos no período em estudo, o que correspondeu a 35,74%. O número de casos de pacientes do sexo masculino foi superior ao número de casos femininos. A mesorregião Metropolitana de Belém foi a que apresentou o maior número de casos representando 59,13% destes, seguida da mesorregião Nordeste Paraense com 30,60% dos casos. As manifestações clínicas mais frequentes foram febre (98,57%), cefaléia (87,54%), vômitos (86,12%) e rigidez de nuca (71,47%). A meningite bacteriana apresentou-se como maior causadora do número de internações por meningite no período estudado, correspondendo a 48,42% das mesmas. A aids foi a co infecção mais frequente. Devido à escassez de estudos referentes a esse agravo nessa região, há uma grande relevância nos dados levantados, pois o monitoramento das meningites é útil para adoção de medidas de controle e prevenção, bem como realização de diagnóstico rápido e tratamento precoce. Portanto, em qualquer cenário, seja ele local, regional ou internacional, há necessidade real e urgente de unir esforços no combate às meningites.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Estudo comparativo sobre o uso da glicose a 25% para redução da dor em recém-nascido a termo submetidos à injeção intramuscular da vitamina k(2011) ANDRADE, Emanoelle Cardoso de Oliveira; FIGUEIREDO, Iracy Costa; CHERMONT, Aurimery Gomes; http://lattes.cnpq.br/4212769913736000; BITAR, Maria Amélia Fadul; http://lattes.cnpq.br/2303711516588026O tratamento da dor neonatal é um desafio aos profissionais de saúde. Tal dor decorrente de procedimentos invasivos na hora dos primeiros cuidados em sala de parto seja pela manipulação ou a aplicação de vitamina k na prevenção de doença hemorrágica, dentre outras causas. A administração de vitamina k, embora dolorosa, raramente é acompanhada de medida analgésica. Objetivo: Comparar a eficácia da glicose a 25% nos escores da dor em recém-nascidos a termo, submetidos à administração intramuscular de vitamina k. Avaliando assim, a eficácia da solução de glicose a 25% no alívio da dor administrando-a em dose única de 1 ml dois minutos antes do procedimento doloroso. Método: Ensaio clínico randomizado, conduzido na sala de primeiros cuidados ao recém-nascido da Maternidade Saúde da Criança no mês de outubro de 2011. A amostra foi de 150 RN, dos quais 75 randomizados no grupo experimental (Glicose) e 75, no grupo controle. Dois minutos antes de serem submetidos à injeção intramuscular de vitamina k, o grupo experimental recebeu 1ml de glicose 25% por via oral. O desfecho primário foi a avaliação da freqüência cardíaca, saturação de oxigênio, seguidos das escalas: Neonatal Infant Pain Scale (NIPS), Premature Infant Paint Profile (PIPP) e Behavioural Indicators of Infant Pain (BIIP). O projeto de pesquisa recebeu aprovação do comitê de ética do Centro de Ciências em Saúde (Comitê de Ética em Pesquisa- CEP).Resultados: A ANOVA demonstrou que as variações da freqüência cardíaca foram menos marcantes no grupo que recebeu glicose a 25%, assim como, a variação da saturação de oxigênio, acompanhando assim, uma a outra. A glicose a 25% foi eficaz para o alívio da dor em recém-nascidos a termo submetidos ao procedimento doloroso de administração de vitamina k. Conclusão: A medida analgésica de glicose oral a 25% foi eficaz para o tratamento da dor aguda causada pela administração intramuscular de vitamina k.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Relação entre padrão respiratório e dados espirométricos em pneumopatas crônicos.(2011) LIMA, Renato Miranda; CARNEIRO, Saul Rassy; http://lattes.cnpq.br/9162153771863939; https://orcid.org/0000-0002-6825-0239; SILVA, Cleonardo Augusto da; http://lattes.cnpq.br/6915020171580144Introdução: O impacto do padrão respiratório na carga de trabalho dos músculos respiratórios representa uma controvérsia ainda não resolvida e é importante para o tratamento de pacientes com doenças pulmonares bem como no fracasso da musculatura torácica. A resposta ventilatória de pacientes com doença pulmonar obstrutiva crónica (DPOC) é caracterizada por ser mais rápida e superficial do que a de pessoas saudáveis durante o exercício físico. Objetivos: Descrever e analisar a relação entre o padrão respiratório e dados espirométricos de pacientes pneumopatas crônicos, como também separadamente em asmáticos e em portadores de DPOC. Casuística e métodos: Foi realizado um estudo transversal de caráter descritivo e analítico com 100 pacientes com mais de 18 anos de idade, atendidos em Ambulatório de Pneumologia do Hospital Universitário João de Barros Barreto com asma brônquica e DPOC no período de maio a julho de 2011, analisando sexo, idade, escolaridade, ocupação, procedência, hábitos de vida e antecedentes pessoais, presença ou ausência de sintomas ligados ao sistema respiratório, padrão respiratório e dados espirométricos. Resultados: A maioria era do sexo feminino, possuía 60 anos ou mais, natural do Pará, procedentes de Belém. 53% dos pacientes possuíam alguma profissão, aproximadamente 2/3 tinham 1º grau incompleto de escolaridade, 57% possuíam de 1 a 2 antecedentes pessoais, quase 90% não fazia controle ambiental. Mais da metade referia tosse, metade possuía dispnéia e 42% com cansaço; quase metade era ex-tabagista, 2/3 tinham amplitude respiratória diminuída e 1/3 com tórax em barril. Quase 75% possuíam padrão respiratório costal, com o percentual de VEF1 PRÉ-BD em relação ao predito tendo significância estatística na relação estudada (espirometria versus padrão). 41% dos pacientes tinham asma brônquica e padrão costal, com significância na relação estudada na mesma variável que a população geral do estudo. 32% tinham DPOC e padrão respiratório costal, não havendo significância em nenhuma variável na relação estudada. Conclusão: A maior parte dos pacientes possuía padrão respiratório do tipo costal, colocando-os em uma categoria passível de modificação de padrão com treinamento muscular em fisioterapia respiratória. Observamos possível relação entre o uso da musculatura abdominal na composição do padrão dos pacientes asmáticos e melhor desempenho espirométrico na variável que classifica a gravidade da doença. Não foi observada tal relação nos portadores de DPOC.