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Navegando por Orientador "GOMES, Daniela Lopes"

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  • Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Alimentação e acompanhamento nutricional de adultos com diabetes tipo 1 durante o distanciamento social por COVID-19 no Brasil
    (2021) SILVA, Emily Cristina Barbosa da; REIS, Aline Leão; http://lattes.cnpq.br/3040142399390580; https://orcid.org/0000-0002-6131-0606; GOMES, Daniela Lopes; http://lattes.cnpq.br/0014255351015569
    Objetivo: Analisar a associação entre os hábitos alimentares e a adesão ao acompanhamento nutricional online de adultos com diabetes tipo 1 durante o distanciamento social em decorrência da pandemia de COVID­19 no Brasil. Métodos: Estudo transversal realizado em julho de 2020. Foi utilizado um formulário online para coleta de dados sociodemográficos, situação financeira, hábitos alimentares, realização de acompanhamento nutricional online e adesão ao distanciamento social. Foi realizado o teste Qui­Quadrado de Pearson com análise de resíduos ajustados (nível de significância estatística p<0,05). Resultados: 472 adultos, sendo 86,0% do sexo feminino e 47,0% residentes na região Sudeste do Brasil. Cerca de 64% afirmaram não ter feito consultas online durante o distanciamento social e, dentre os que tiveram esse tipo de consulta, apenas 8,9% tiveram consultas com nutricionista. Observou­se um aumento no consumo de alimentos (61,3%), aumento no consumo (47,9%; p=0,000) e na preferência (52,8%; p=0,000) por alimentos doces, a maioria fazia cinco ou mais refeições ao dia (50,4%), consumia até três porções de frutas (80,9%) e mais de duas porções de hortaliças ao dia (63,6%), aumentou a prática de cozinhar (50,8%). Fazer acompanhamento nutricional online durante o distanciamento social estava associado a morar na região metropolitana (p=0,023), ter uma renda familiar entre 10 e 20 salários mínimos (p=0,042), ter diminuído o consumo de ultraprocessados (p=0,021), ingerir de duas a três porções de frutas ao dia (p=0,036) e realizar a Contagem de Carboidratos (CC) com maior frequência (p=0,000). Conclusão: O acompanhamento nutricional, ainda que realizado remotamente, pode influenciar na aquisição e manutenção de hábitos alimentares mais saudáveis, além de auxiliar na adesão à prática da CC.
  • Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Alimentação e dados sociodemográficos de adultos com diabetes mellitus tipo 1 durante o distanciamento social da COVID-19
    (2021) BRASIL, Heloisy Andrea da Costa; VILHENA, Jullyana Vago de; CARVALHAL, Manuela Maria de Lima; http://lattes.cnpq.br/0708921042608519; https://orcid.org/0000-0003-1397-0471; GOMES, Daniela Lopes; http://lattes.cnpq.br/0014255351015569
    Introdução: Após a Organização Mundial da Saúde declarar a pandemia de COVID­-19, o distanciamento social foi amplamente recomendado para controlar a propagação do coronavírus. Indivíduos com diabetes compõem o grupo de risco da doença. Os fatores sociodemográficos têm impacto no tratamento e nas escolhas alimentares de pessoas com Diabetes Mellitus tipo 1 (DM1), assim como no risco de contrair o coronavírus. Objetivo: Avaliar a associação entre hábitos alimentares e fatores sociodemográficos de adultos com DM1 durante o distanciamento social por COVID-­19. Métodos: Estudo transversal, descritivo e analítico, realizado em julho de 2020, por meio de formulário na plataforma Formulários Google®. Foram coletados dados sociodemográficos, informações sobre o distanciamento social e escolhas alimentares. Para análise estatística, foi realizado o Teste Qui-­quadrado com análise de resíduos ajustados, considerando p<0,05. Resultados: Observou­-se associação entre realizar o distanciamento social e ser do sexo feminino (p=0,014), residir com indivíduos com diabetes (p=0,037) e ter a renda mantida durante a pandemia (p=0,032). Ser do sexo feminino foi associado a aumentar o consumo de petiscos (p=0,003) e de doces (p=0,016). Ter idade entre 18 e 24 anos estava associado a mudar o consumo alimentar (p=0,001), a aumentar o consumo (p=0,001), especialmente de petiscos (p=0,005). Ter idade acima de 45 anos foi associado a manter o padrão alimentar nesse período (p=0,001). Ter a renda mantida ou aumentada durante a pandemia estava associado a manter o padrão alimentar (p=0,042). Conclusão: Faixa etária, sexo e renda podem influenciar nos hábitos alimentares de adultos com DM1 durante o distanciamento social, o que alerta para a necessidade de manter a assistência nutricional nesse período a fim de garantir padrão alimentar saudável, bem como ter programas de garantia de renda mínima para assegurar o acesso a uma alimentação de boa qualidade.
  • Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Aspectos clínicos e nutricionais de crianças com cardiopatias congênitas internadas em um hospital de referência em Belém, Pará.
    (2021) GALLON, Mikaela; CARVALHAL, Manuela Maria de Lima; http://lattes.cnpq.br/0708921042608519; https://orcid.org/0000-0003-1397-0471; GOMES, Daniela Lopes; http://lattes.cnpq.br/0014255351015569
    O presente trabalho tem como objetivo a descrição dos aspectos clínicos e nutricionais de crianças diagnosticadas com cardiopatia congênita cianótica e acianótica. Estudo descritivo e analítico de caráter transversal realizado na Fundação Hospital de Clínicas Gaspar Viana no período de maio de 2019 a fevereiro de 2020. Foram avaliadas crianças, entre 5 a 10 anos de idade, diagnosticadas com cardiopatia congênita, das quais os responsáveis aceitaram assinar o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. Foram analisados dados sócio econômicos, dados clínicos, exames bioquímicos, capacidade funcional, antropometria e exame semiológico. Os dados foram tabulados no programa Excel® 2010 e analisados estatisticamente por meio do software Statistical Package for Social Science, versão 21. Foram avaliadas 33 crianças com média de idade de 7 anos e 7 meses±1.7, não havendo diferença estatística significativa entre os sexos. A cardiopatia acianótica foi a mais recorrente (54.55%), no entanto a Tetralogia de Fallot foi o diagnóstico mais presente (21.21%). Em relação à capacidade funcional, 57.58% apresentavam­se restritos a atividades extenuantes enquanto que níveis de normalidade foram encontrados na maioria dos parâmetros: hemoglobina (63.64%; n=21; p=0.001), hematócrito (60.61%; n=20; p=0.004), creatinina (81.82%; n=27; p=<0.000), índice de massa corporal/idade (72.73%; n=24; p=<0.000), unhas (51.52%; n=17; p=<0.000), lábios (75.76%; n=25; p=<0.000) e pele (69.70%; n=23; p=<0.000). Conclui­se que é fundamental a presença do nutricionista da equipe multiprofissional a fim de avaliar possíveis deficiências nutricionais que interfiram no tratamento.
  • Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Associação entre a percepção da qualidade de vida, percepção do apoio familiar e recidiva de peso em mulheres com mais de 24 meses de cirurgia bariátrica
    (2022) FERNANDES, Flavia Aline Lages; GOMES, Daniela Lopes; http://lattes.cnpq.br/0014255351015569
    Introdução: A cirurgia bariátrica é indicada para tratar a obesidade clinicamente grave quando o tratamento convencional não oferece resultados satisfatórios na perda de peso e controle das comorbidades associadas. No entanto, é comum que se observe a recidiva de peso em longo prazo, o que pode afetar a percepção da qualidade de vida dos pacientes. Estudos sugerem que o apoio social após a cirurgia bariátrica, com destaque para o apoio familiar, pode ter relação com a manutenção dos resultados alcançados e, dessa forma, promover impacto na percepção da qualidade de vida desses pacientes. Objetivo: Testar a associação entre percepção da qualidade de vida, percepção do apoio familiar e recidiva de peso em mulheres com mais de 24 meses de cirurgia bariátrica. Método: Trata­se de um estudo transversal, descritivo e analítico, realizado com 50 mulheres adultas submetidas à cirurgia bariátrica (Bypass gástrico em Y­de­Roux ou sleeve) há no mínimo 24 meses. Foram coletados dados antropométricos, sendo considerada a ocorrência de recidiva de peso quando esta atingia ≥15% do menor peso após cirurgia e considerou­se sucesso na perda de excesso de peso quando a perda foi maior ou igual a 50%. Foi utilizado o Item Short Form Healthy Survey (SF­36), instrumento para avaliar a percepção de qualidade de vida, e um questionário para avaliar a percepção e satisfação com o apoio familiar no pós­operatório. Resultados: Foi observada perda de peso satisfatória após a cirurgia. No entanto, 46,0% da amostra (n=23) apresentou recidiva de peso significativa (16,1± 4,5%). A percepção e a satisfação com o apoio familiar após a cirurgia foram boas. As participantes apresentaram melhores percepções de qualidade de vida nos domínios relacionados aos aspectos físicos e piores escores em domínios relativos aos aspectos emocionais (p<0,000). O componente emocional geral e componente físico geral da qualidade de vida tiveram associação direta com a percepção de apoio familiar e com a %PEP e associação inversa com a recidiva de peso. Conclusão: É importante incentivar a rede de apoio familiar durante o tratamento após a cirurgia bariátrica, além da manutenção do acompanhamento multiprofissional em longo prazo e o monitoramento da recidiva de peso, a fim de garantir a manutenção dos resultados positivos alcançados com a cirurgia e melhor percepção de qualidade de vida.
  • Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Associação entre adesão à prática de atividade física, contagem de carboidratos e monitorização glicêmica em adultos com diabetes tipo 1 durante a pandemia de COVID19
    (2022) RAMOS, Aline Fernanda Oliveira; ULIANA, Gabriela Correia; http://lattes.cnpq.br/7105217362554840; https://orcid.org/0000-0001-7042-8254; GOMES, Daniela Lopes; http://lattes.cnpq.br/0014255351015569
    Introdução: As medidas restritivas impostas durante a pandemia de COVID­19 podem ter comprometido alguns fatores do tratamento do Diabetes Mellitus tipo 1 (DM1), como a adesão a prática regular de atividade física (AF), monitorização glicêmica e cuidados com a alimentação. O objetivo deste estudo foi testar a associação entre a adesão a prática de AF, a Contagem de Carboidratos (CC) e a monitorização glicêmica por adultos com DM1, durante a pandemia de COVID­19 no Brasil. Metodologia: Foi realizado um estudo transversal, descritivo e analítico, por meio de pesquisa de opinião com uso de questionário online desenvolvido na plataforma Google® Forms de abrangência nacional. Foram coletadas as informações, de adultos com DM1, durante o período de distanciamento social, nos seguintes eixos: sociodemográfico; AF; CC; e monitorização glicêmica. Para análise estatística, os resultados foram descritos em frequências e aplicado o Teste Qui­quadrado de Pearson, com análise de resíduos ajustados para identificar entre quais categorias foi encontrada a associação, considerando o nível de significância estatística de p <0,05. Resultados: Dos 472 participantes 27,5 % pararam e 9,5% começaram a praticar AF após o distanciamento social e 39% mantiveram­se ativos e 23,9% inativos neste período. Parar de praticar AF esteve associado a parar de realizar CC (p=0,030) e a não conseguir receber insumos do Governo para monitorização glicêmica (p=0,048). Assim como não conseguir comprar esses insumos esteve associado a manter­se inativo (p=0,048). Quanto aos instrumentos, utilizar o Sistema de Monitorização Contínua de Glicose (SMCG) e o glicosímetro esteve associado a manter­se ativo (p=0,007). Conhecer, mas não fazer a CC nesse período teve associação inversa a se manter ativo, e realizá­la em maior frequência se associou a manter­se ativo, mesmo durante esse período de restrições (p=0,030). Conclusão: Realizar CC, usar SMCG e glicosímetro, e conseguir comprar ou receber os insumos para monitorização da glicemia estiveram associados com a adesão a prática de AF por adultos com DM1. Observou­se que indivíduos bem instruídos, que fazem uso de ferramentas acessórias, demonstram maior adesão aos pilares interligados do manejo do diabetes. Ressalta­se a importância de como os subsídios das políticas públicas e educação podem auxiliar no contorno do panorama encontrado.
  • Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Associação entre o acompanhamento nutricional e a adesão à contagem de carboidratos em adultos com diabetes mellitus tipo 1 durante a pandemia por COVID-19 no Brasil
    (2022) FERREIRA, Kassia Clotilde Costa; ULIANA, Gabriela Correia; http://lattes.cnpq.br/7105217362554840; https://orcid.org/0000-0001-7042-8254; GOMES, Daniela Lopes; http://lattes.cnpq.br/0014255351015569
    Introdução: Sabe-se que pessoas com diabetes comumente apresentam piora do prognóstico de infecções, sendo consideradas uma população de risco na pandemia do Coronavirus Disease 2019(COVID-19). A Contagem de Carboidratos (CC) é uma estratégia que auxilia no controle glicêmico desses pacientes. Concomitante, o acompanhamento nutricional é um importante fator para o tratamento e bom prognóstico do paciente com Diabetes Mellitus tipo 1 (DM1), sendo o nutricionista o profissional habilitado para auxiliar o paciente na CC. No entanto, com o advento da pandemia de COVID-19 e a necessidade do distanciamento social, a adesão à CC e ao acompanhamento nutricional pode ter sido afetada. Objetivo: Avaliar a associação entre acompanhamento nutricional e adesão à contagem de carboidratos por adultos com diabetes mellitus tipo 1, durante a pandemia por Covid-19 no Brasil. Método: Estudo transversal, descritivo e analítico, realizadoem julho de 2020, por meio de formulário na plataforma Formulários Google®. Foram coletados dados sociodemográficos, informações sobre o acompanhamento com profissionais de saúde e alimentação, incluindo a CC. Para análise estatística, foi realizado o Teste qui- quadrado simples e qui-quadrado de Pearson, com análise de resíduos ajustados, considerando p<0,05. Resultados: 3% dos participantes suspenderam a prática da CC durante o período de isolamento social. 37,7% relatou fazer a CC na mesma frequência que antes do distanciamento social e 20,13% declarou fazer a CC com maior frequência do que antes do distanciamento (p<0,000). A maioria (86,4%) dos participantes não faziam o acompanhamento nutricional. Fazer acompanhamento nutricional durante a pandemia estava associado a realizar a CC. Manter o acompanhamento nutricional de forma online e ter iniciado o acompanhamento nutricional de forma online estava associado a realizar a CC durante o período de isolamento social (p=0,047). Conclusão: A CC mostrou-se como uma ferramenta utilizada pela maioria dos pacientes com DM1 e sua realização estava diretamente associada ao acompanhamento nutricional online e/ou presencial. Apontando para a importância da assistência nutricional a fim de melhorar a adesão à CC e auxiliar no controle glicêmico desses pacientes
  • Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Associação entre o controle glicêmico em diferentes aspectos emocionais e a adesão à contagem de carboidratos em pessoas com diabetes tipo 1 durante a pandemia por Covid-19 no Brasil
    (2021) VIANA, Vandemberg Ramos; CARVALHAL, Manuela Maria de Lima; http://lattes.cnpq.br/0708921042608519; https://orcid.org/0000-0003-1397-0471; GOMES, Daniela Lopes; http://lattes.cnpq.br/0014255351015569
    Pessoas com Diabetes Mellitus Tipo 1 (DM1) estão entre grupos de riscos para desenvolvimento de quadros mais graves de COVID-­19, podendo estar relacionado com a deficiência no controle glicêmico. A Contagem de Carboidratos (CC) é uma estratégia que visa garantir melhoria na qualidade de vida ao indivíduo com DM1, pois permite flexibilidade aos hábitos alimentares. Caso ocorra uma baixa adesão ao tratamento do DM1, as complicações da doença podem comprometer as condições biopsicossociais dos indivíduos. Objetivo: Avaliar a associação entre o controle glicêmico em diferentes aspectos emocionais e a adesão à CC em pessoas com DM1 durante a pandemia por COVID­19 no Brasil. Metodologia: Trata­-se de um estudo transversal, descritivo e analítico, realizado em julho de 2020. Realizou-­se a coleta de dados via Google Forms®. Foram coletados dados socioeconômicos e demográficos; monitorização glicêmica dado as emoções dos indivíduos no momento da aferição (quando alegre, motivado ou esperançoso; quando estressado ou ansioso; quando triste, angustiado ou com sintomas depressivos); informações referentes à adesão à CC e distanciamento social. Para análise dos dados, foi aplicado o teste Qui-­quadrado simples para as análises descritivas, considerando nível de significância estatística de p<0,05. A pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa (parecer 4.147.663) Resultados: Foram avaliadas 472 pessoas , sendo a maioria do sexo feminino feminino (n=406; 86,02%; p<0,000). Observou-­se associações em todos os aspectos emocionais com apresentar “normoglicemia” e a realizar a CC (p<0,000); e “não mensurar a glicemia” porque não tinha os insumos necessários, foi associado com não realizar a CC (p<0,000). Outrossim, quando os participantes se percebiam alegres, motivados ou esperançosos, “ter hiperglicemia” e “não mensurar a glicemia”, foram associados a não realizar a CC (p<0,000). Assim como, quando estressado ou ansioso, observou­-se associação com “não mensurar a glicemia” e não realizar a CC (p<0,000). Conclusão: Ressalta-­se a necessidade ao incentivo da adesão à CC, como forma de flexibilizar a rotina alimentar, potencializando a autonomia dos pacientes, e, além disso, a importância da assistência multiprofissional referente à saúde mental desses indivíduos.
  • Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Avaliação do comportamento alimentar e da suscetibilidade para transtornos alimentares em candidatos à cirurgia bariátrica atendidos em um hospital público de referência em Belém-Pa.
    (2022) VASCONCELOS, Jairisson Augusto Santa Brígida; KIKUCHI, Jeane Lorena Dias; http://lattes.cnpq.br/5518429271522544; https://orcid.org/0000-0002-8478-4740; GOMES, Daniela Lopes; http://lattes.cnpq.br/0014255351015569
    Introdução: Estudos atuais têm evidenciado a presença de alterações no comportamento alimentar, além da vulnerabilidade a disfunções alimentares em candidatos ao procedimento bariátrico, o que pode estar relacionado a um possível insucesso pós cirúrgico. Objetivo: Analisar características do comportamento alimentar e fatores associados à suscetibilidade para transtornos alimentares em candidatos à cirurgia bariátrica. Metodologia: Trata-se de um estudo transversal descritivo-analítico, com indivíduos candidatos à cirurgia bariátrica acompanhados em um hospital público de Belém. Utilizou-se questionário de dados sociodemográficos, clínicos e de prática de atividade física, o instrumento Questionário dos Três fatores Alimentares (TFEQ-R21) para investigar o comportamento alimentar e o Escala de Atitudes Alimentares Transtornadas (EAAT) para avaliar a suscetibilidade para disfunções alimentares. Foi aferido o peso e a estatura por meio de balança plataforma para avaliação do estado nutricional. Os dados foram analisados no software SPSS, v.24 (significância estatística p<0,05). Resultados: Foram avaliados no total de 75 participantes, sendo 92% (n=69) mulheres e a média de idade de 34,9±9,2 anos. Quanto à análise do TFEQ-R21, o domínio com maior pontuação foi o de restrição alimentar, com média de 55,2±19,7, seguido do descontrole alimentar que foi de 39,4±20,6 e do domínio de alimentação emocional que foi de 37,7±26,2 (p<0,001). Quanto ao escore do EAAT, a média foi de 2,1±0,7 e quanto a sua classificação, 13,6% (n=10) se enquadraram sem atitudes alimentares transtornadas e 86,7% (n=65) com atitudes alimentares transtornadas (p<0,001). Nas análises de correlação bivariada, encontrou-se correlação negativa significativa entre o IMC e o domínio de alimentação emocional (r²= -0,219; p=0,030) e o domínio de descontrole alimentar (r²= -0,231, p=0,023), já em relação ao escore de EAAT, houve correlação positiva significativa com o domínio de restrição alimentar (r²=0,192; p=0,049). Os participantes que praticaram atividade física nos últimos 3 meses apresentaram maior escore no domínio de restrição alimentar (p<0,001) e menor escore no domínio de alimentação emocional (p=0,008). Os participantes que usaram medicamentos para emagrecer nos últimos 3 meses obtiveram menor escore de atitudes alimentares transtornadas (p=0,033). Conclusão: Destaca-se a importância da equipe multiprofissional durante todo o período pré-operatório para identificar padrões alimentares disfuncionais e intervir precocemente.
  • Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Correlação entre estado nutricional e qualidade de vida de pessoas com doença de Parkinson atendidas no serviço público em Belém-Pa.
    (2022) BEZERRA, Graziela Maria Benevenuto; FERNANDEZ, Raíssa Dias; http://lattes.cnpq.br/0311202366372170; https://orcid.org/0000-0001-6363-7939; GOMES, Daniela Lopes; http://lattes.cnpq.br/0014255351015569
    Introdução: A Doença de Parkinson (DP) é uma doença neurodegenerativa e progressiva, com presença de sintomas motores e não motores, a qual pode impactar tanto o estado nutricional quanto a qualidade de vida (QV) do indivíduo por ela acometido. Objetivo: Avaliar a correlação entre variáveis antropométricas e a QV de pessoas com Doença de Parkinson (DP). Métodos: Trata-se de um estudo transversal, descritivo e analítico, realizado por meio da coleta de dados antropométricos (Índice de Massa Corporal e Prega Cutânea Triciptal) para a identificação do estado nutricional e aplicação do Questionário Parkinson’s Disease Questionnaire (PDQ-39) para avaliar a QV de pessoas com DP. Para a análise estatística foi utilizado o software SPSS, versão 24.0. Resultados: A pesquisa foi realizada com 33 participantes que eram acompanhados em um hospital público de Belém. Observou-se que a idade média dos participantes era de 58,9 ± 11,6 anos, com maior prevalência de homens (69,7 %). Notou-se excesso de peso em 45,4 % dos participantes. A percepção de QV foi mais prejudicada nas dimensões de desconforto corporal (75,3 ± 16,6), suporte social (62,7 ± 15,7) e mobilidade (61,0 ± 23,6). Encontrou-se correlação entre o escore total de QV e a idade (modelo 1, B= 0,347; IC 0,004 – 0,902; p=0,048), que se manteve estatisticamente significativa na regressão linear múltipla, independente do sexo (modelo 2, B=0,365; IC 0,016 – 0,937; p=0,043) e do IMC (modelo 3, B=0,363; IC 0,006 – 0,943; p=0,047), sugere que, nos participantes deste estudo, esta relação não depende do sexo e do estado nutricional. Conclusão: Verificou-se que quanto menor o IMC, pior é a cognição e o suporte social. E quanto maior a PCT, menos afetada é a dimensão de atividade física diária e de cognição, no entanto, mais afetado é o suporte social. É fundamental que o serviço público de saúde invista em campanhas e grupos de apoio sobre a melhor maneira de viver com DP, realize o mapeamento em maior escala destes pacientes, além de ofertar, principalmente, uma equipe multiprofissional para o tratamento da DP, a fim de controlar os sintomas, melhorar o perfil nutricional e a QV destes indivíduos.
  • Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Correlação entre nível de ansiedade e reganho de peso em mulheres submetidas à cirurgia bariátrica
    (2021) LIMA, Isabela Caroline Lima de; GOMES, Daniela Lopes; http://lattes.cnpq.br/0014255351015569
    Introdução: A melhora nos sintomas de ansiedade após a cirurgia bariátrica pode não permanecer estável em longo prazo, favorecendo a adoção de comportamentos alimentares disfuncionais, o que pode prejudicar o estado nutricional. Objetivo: Testar a associação entre reganho de peso e perfil sociodemográfico com o nível de ansiedade em mulheres no pós-­operatório tardio de cirurgia bariátrica. Método: Foram avaliadas 50 mulheres submetidas ao Bypass Gástrico ou Sleeve após 24 meses ou mais, atendidas em um projeto de extensão da Universidade Federal do Pará. Os dados foram coletados por meio de Questionário Sociodemográfico, Antropométrico, de Acompanhamento Psicológico, e de Comportamento Alimentar por meio do The Three Factor Eating Questionnaire (TFEQ-­21), além do Escore de Ansiedade com o Inventário de Beck (BAI). Resultados: Todas as participantes apresentaram sintomas de ansiedade moderados a graves. As participantes que estavam sem acompanhamento psicológico apresentaram maior peso corporal (p=0,049) e maior recidiva de peso (p=0,040). Observou-­se correlação positiva entre o escore de ansiedade e a recidiva de peso e correlação negativa entre o escore de ansiedade e a renda familiar. Contudo, a correlação com o reganho de peso parece ser influenciada pelo tempo de cirurgia. Conclusão: O nível de ansiedade estava associado à recidiva de peso e renda familiar, sendo a primeira associação dependente do tempo de cirurgia. As mulheres que não realizavam acompanhamento psicológico tinham maior peso corporal e maior recidiva de peso. Ressalta­-se a importância de suporte socioeconômico no pós-­operatório, pelos custos com o tratamento, além de manter o acompanhamento com a equipe multiprofissional em longo prazo.
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