Para que educar no Grão-Pará? instrução pública e colégios particulares (1862-1870)

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Trabalho de Curso - Graduação - Artigo

Data

14-07-2026

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NASCIMENTO, Carla Ferreira Lopes do. Para que educar no Grão-Pará? instrução pública e colégios particulares (1862-1870). Orientadora: Sidiana da Consolação Ferreira de Macêdo. 2026. 31 f. Trabalho de Curso (Licenciatura em História) – Faculdade de História, Campus Universitário de Ananindeua, Universidade Federal do Pará, Ananindeua, 2026. Disponível em: https://bdm.ufpa.br/handle/prefix/10110. Acesso em:.
Este artigo analisa parte do papel desenvolvido por colégios particulares na organização da instrução pública no Grão-Pará entre 1862 e 1870. Investigam-se suas intervenções para a formação moral e social da população durante o período. A metodologia da pesquisa é de caráter qualitativo, baseada em análise documental e comparativa de estatutos manuscritos de instituições particulares, relatórios provinciais e o Ensaio corográfico sobre a província do Pará de Antônio Ladislau Monteiro Baena. Parte-se do princípio das teorias crítico-reprodutivistas discutidas por Dermeval Saviani, especialmente na concepção de Louis Althusser da escola como Aparelho Ideológico do Estado (AIE). Os resultados da análise comparativa apontam que, embora apresentassem diferenças quanto ao público atendido, os colégios compartilhavam de princípios comuns de formação de valores. Conclui-se que a atuação conjunta entre Estado e Colégios particulares fez da educação um instrumento de formação moral e de reprodução das hierarquias sociais no Grão-Pará.

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Disponível na internet via Sagitta

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