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  • Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Análise da prevalência de enteroparasitoses em PVHA atendidos no Centro de Testagem e Aconselhamento - CTA de Altamira-PA
    (2021-11-18) EVANGELISTA, Bruno da Silva; SANTOS, Eliaquim Almeida dos; GOMES, Sean Hermínio dos Santos; LAURENTINO, Rogério Valois; http://lattes.cnpq.br/1614212724390938
    As enteroparasitoses possuem importância especial frente ao quadro de imunodeficiência entre as PVHA. A sua presença se associa com o suporte sanitário débil nos países subdesenvolvidos e representa importante causa de adoecimento em nível mundial. O presente trabalho teve como objetivo avaliar a prevalência de enteroparasitoses em PVHA assistidas pelo Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA) de Altamira, Pará. Foram incluídos no estudo 104 pacientes, cujos dados foram agrupados em categorias para análise de associação (teste G) e de correlação (teste phi de correlação). A prevalência de enteroparasitoses foi de 33,65% e os resultados sugerem associação entre faixa etária e enteroparasitoses (p = 0,0486). A prevalência de enteroparasitoses na população PVHA é similar à encontrada em outros testudos e houve predominância em pacientes com renda salarial média de um salário mínimo. Os dados levantados no trabalho são pioneiros e representam aspectos importantes no controle de enteroparasitoses em PVHA.
  • Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Câncer de próstata: um estudo atual sobre a realidade dos ambulatórios de urologia do Hospital Universitário João de Barros Barreto - Período: junho de 2004 a setembro de 2007
    (2008) PRADO, Bernard Lobato; SILVA JÚNIOR, José Augusto Farias; BERNARDES, Júlio Guilherme Balieiro; http://lattes.cnpq.br/8232417553518105; https://orcid.org/0000-0002-4162-8916
    INTRODUÇÃO: O câncer de próstata (CaP) é neoplasia maligna mais incidente no sexo masculino, perdendo apenas para o câncer de pulmão, constituindo também a segunda causa de morte por câncer em homens. Em nosso país, segundo as últimas projeções do Instituto Nacional do Câncer (INCA), excluindo os tumores de pele não melanoma, o câncer de próstata será a neoplasia mais freqüente em todas as regiões. OBJETIVOS: Realizar um estudo atual sobre câncer de próstata nos ambulatórios de urologia do Hospital João de Barros Barreto (HUJBB) a fim de determinar a prevalência dessa neoplasia maligna na população da amostra e avaliar o atendimento oferecido e sua padronização conforme as recomendações da literatura no que diz respeito ao rastreamento de CaP. MATERIAL E MÉTODO: O estudo foi do tipo descritivo transversal de prevalência. A população estudada foi todos os homens com idade igual ou superior a 40 anos atendidos na urologia do HUJBB durante o período de Junho de 2004 à Setembro de 2007. Os prontuários desses indivíduos foram acessados e um protocolo de pesquisa previamente elaborado foi aplicado. RESULTADOS: 804 pacientes foram atendidos nos ambulatórios de urologia do HUJBB durante o período estudado. Desse total, 397 prontuários (49%) pertencentes a homens com idade igual ou superior a 40 anos puderam ser acessados. Percentual de 6,30% dos prontuários não continha assinatura ou carimbo do profissional responsável pela consulta do paciente. Dos pacientes atendidos, 27,71% não foi submetido ao exame digital da próstata e em 47,61% deles o PSA total não foi dosado. A prevalência de CaP na população da amostra foi de 2,77%. CONCLUSÃO: Quase metade (49%) dos pacientes atendidos nos ambulatórios de urologia do HUJBB são indivíduos sob risco potencial de desenvolverem CaP. Muitos desses pacientes não foram submetidos adequadamente ao rastreamento do CaP segundo as recomendações da literatura médica atual, o que pode justificar a baixa prevalência de CaP encontrada nessa população, percentual que provavelmente está subestimado.
  • Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Doença do refluxo gastroesofágico clínica prevalência populacional na macrorregião de Belém
    (2008) BENDAHAN, Louise Tandaya; TORRES, Verônica Ohashi; BRITO, Marcus Vinicius Henriques; http://lattes.cnpq.br/1180984403274256; https://orcid.org/0000-0003-1476-0054
    A doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) pode ser definida como uma afecção crônica decorrente do refluxo retrógrado de parte do conteúdo gastroduodenal para o esôfago ou órgãos adjacentes a ele, acarretando um espectro variável de sintomas e sinais esofagianos e/ou extra-esofagianos, associados ou não a lesões teciduais. Este trabalho tem como objetivo verificar a prevalência da DRGE na população da macrorregião de Belém no período de novembro de 2007 a março de 2008. Trata-se de um estudo de caráter regional, descritivo, comparativo, multicêntrico, transversal com delineamento epidemiológico, onde 400 habitantes adultos e de ambos os sexos foram entrevistados no período de novembro de 2007 a março de 2008 da macrorregião de Belém, no Estado do Pará. A pesquisa apresenta como resultado a alta prevalência de DRGE na macrorregião de Belém, predominando a do tipo mista. A regurgitação é o principal sintoma típico e a faringite/pneumonia o sintoma atípico mais referido. O paciente portador da DRGE tem como perfil epidemiológico predomínio do sexo feminino, jovem (18-30 anos), solteiro, sem filhos, escolaridade prevalecendo o ensino médio e com renda familiar de 2-3 salários mínimos. A DRGE está relacionada a situações de estresse e ansiedade e é uma importante causa de diminuição da qualidade de vida.
  • Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Estudo da prevalência da síndrome do intestino irritável na população da macrorregião de Belém no período de novembro de 2006 a fevereiro de 2008
    (2008) SOARES, Ana Caroline Nunes; MATOS, Bruno Oliveira de; ROCHA, Rodrigo Ferreira da; BRITO, Marcus Vinicius Henriques; http://lattes.cnpq.br/1180984403274256; https://orcid.org/0000-0003-1476-0054
    Cerca de 50% dos pacientes que procuram atendimento gastroenterológico sofrem de problemas funcionais. Dentre estas, a síndrome do intestino irritável (SII) é a mais freqüente. O presente trabalho se propõe a fazer estudo epidemiológico na população da macrorregião de Belém a respeito da prevalência da SII, visando colaborar com o traçado do perfil dos portadores dessa síndrome no país. Foram selecionados 1067 habitantes sem restrições com relação à idade e ao sexo para a triagem da SII. A partir da prevalência encontrada de entrevistados com a SII (130 pacientes) foi gerado um grupo controle (n=130) com características idênticas ao grupo doente com relação à idade e ao sexo, porém sem queixas compatíveis com a SII. Os autores encontraram uma prevalência de 12,18% da SII na população da macrorregião de Belém e traçaram o seguinte perfil epidemiológico da síndrome: predomínio do sexo feminino, prevalência significativa de distensão abdominal, dor abdominal com freqüência, além das seguintes co-morbidades: sintomas gastro-esofágicos (azia, queimação, empachamento, má digestão, regurgitação e sensação de boca amarga), diminuição do apetite, sintomas cardíacos (arritmia e dor precordial), sintomas respiratórios (asma), fadiga, cefaléia, dores nas costas, torcicolo, engasgos noturnos, faringite, rouquidão e ansiedade.
  • Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Incidências de acidente vascular encefálico (AVE) na população da região metropolitana de Belém
    (2018) BARROS, Talita Raissa Barros; BAHIA, Carlomagno Pacheco; http://lattes.cnpq.br/0910507988777644; https://orcid.org/0000-0003-3794-4710
    O acidente vascular encefálico pode ser caracterizado de duas maneiras, isquêmico ou hemorrágico. O isquêmico é ocasionado por privação regional de sangue, pode ser transitório ou permanente, já o hemorrágico corresponde ao extravasamento de sangue no interior do crânio, ocasionado por uma ruptura de vaso intracraniano, que acaba gerando uma lesão no tecido cerebral por anóxia. O AVE é uma das maiores causas de morte no mundo, por se referir ao desenvolvimento rápido de sinais clínicos de distúrbios focais ou globais da função cerebral. As taxas de AVE só vem aumentando no decorrer dos anos, principalmente em países de baixa economia. Desde modo o presente estudo tem como objetivo fazer o levantamento epidemiológico dos números de AVE na população metropolitana de Belém/PA com base nos dados fornecidos pelo departamento de informática do sistema único de saúde (DATASUS).
  • Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Intolerância e alergia alimentar na região metropolitana de Belém – PA
    (2022) MATOS, Jamille de Araujo; SILVA, Vânia Maria Barboza da; http://lattes.cnpq.br/4115754779052652; https://orcid.org/0000-0003-4490-8398
    As alergias e intolerâncias alimentares são um problema crescente de saúde pública. Suas reações podem influenciar na qualidade de vida da pessoa com a doença. De acordo com a ANVISA, foram registrados mais de 170 alimentos que provocam reações adversas. Dessa forma, sua causa está associada a fatores sociais, comportamentais e genéticos tendo em vista a sua recorrência em quadros de doenças intestinais, prematuridade ao nascer, desnutrição e imunodeficiências. Já o tratamento depende do tipo de manifestação clínica do indivíduo. O objetivo deste trabalho foi dimensionar o quantitativo de pessoas acometidas por alergia ou intolerância alimentar e conhecer os principais alimentos causadores de reações na região metropolitana de Belém no período de 2020 a 2022. O estudo foi aplicado por meio de formulário eletrônico online e propagado por redes sociais. O trabalho foi aprovado pelo comitê de ética. A maioria dos entrevistados respondeu ao questionário em período pandêmico de Covid­19 e a outra parte em período pós pandêmico. A amostra total de 390 entrevistados mostrou que a maioria era residente da região metropolitana (86,92%), do sexo feminino (75,6%), de cor parda (53,3%), solteira (70,5%) e com grau de escolaridade sendo o ensino superior (49,2%). Os alimentos com potencial para causar alergias foram derivados de leite e glúten, carnes, mariscos, amendoim, frutas, enlatados e conservantes. Dessa maneira fez­se necessário um melhor detalhamento da pesquisa como no fator renda para detalhar outros parâmetros para justificar se há acesso a alimentação saudável, a insegurança alimentar e o poder de compra dos portadores dada a importância do diagnóstico preciso.
  • Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Pneumopatia por micobacteria não tuberculosa em um hospital universitário na cidade de Belém Pará
    (2007) BRANDÃO, Elton dos Anjos; LUZ, Rafael Mendonça; LIMA, Edna Porfírio de; http://lattes.cnpq.br/2966138401864868
    Introdução: A pneumopatia por micobactéria não-tuberculosa (MNT) é uma doença em ascensão, causada por espécies de bactérias pertencentes ao gênero Mycobacterium, ocorrendo principalmente em indivíduos portadores de alguma condição predisponente. Objetivo: Avaliar a prevalência de indivíduos portadores desta doença e descrever os aspectos clínico, laboratoriais e radiológicos destes indivíduos, bem como investigar a presença de fator de risco nessa população, descrever a terapêutica utilizada e a evolução dos casos. Metodologia: Estudo descritivo do tipo transversal de pacientes com diagnóstico de pneumopatia por micobactéria não-tuberculosa, com cultura e tipificação para micobactéria no escarro atendidos no serviço de pneumologia do Hospital Universitário João de Barros Barreto da Universidade Federal do Pará (HUJBB-UFPA) no período de 2002 a 2006. Foram excluídos os pacientes com tuberculose pulmonar e aqueles cujo prontuário fora extraviado. Foram analisados quanto aos aspectos sócio demográfico, sintomas e doenças associadas, pesquisa de bacilo álcool-ácido resistente, cultura com tipificação para micobactéria não-tuberculosa, PPD, radiografia de tórax, tratamento realizado e a evolução. Resultados: Foram estudados 11 pacientes, com média de idade de 59,27 ± 16,3 anos, sem predomínio de sexo. O sintoma predominante foi tosse (91,0%), seguido de dor torácica (63,7%) e escarro hemoptóico (63,7%). A condição predisponente mais freqüente foi a tuberculose prévia (100%). As micobactérias não-tuberculosas mais encontradas foram: 45,4% (5/11) M. avium-intracellulare; 27,3% (3/11) M. abscessus; 18,2% (2/11) M. scrofulaceum e 9,1% (1/11) M. gordonae. O achado radiológico mais encontrado foi a fibroatelectasia (45,5%) e o espessamento pleural (36,4%). A medicação mais utilizada para tratamento foi o etambutol (100,0%) e a ofloxacina (63,7%). Quanto a evolução o abandono ocorreu em 50,0% e em 20,0% dos casos a conduta foi expectante. Conclusão: Não houve predominância entre os sexos, sendo a maioria dos pacientes maiores de 50 anos de idade, e cujo sintoma predominante foi a tosse. A micobactéria mais comum foi o M. avium-intracellulare (46%).
  • Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Prevalência de alterações periodontais iniciais em radiografias panorâmicas de rotina
    (2026-06-16) SILVA, Alexandre Ferreira da; CARVALHO, Pedro Luiz de; http://lattes.cnpq.br/5038567496330588; https://orcid.org/0000-0002-4237-0582
    Este estudo teve como objetivo avaliar a prevalência de alterações periodontais iniciais em radiografias panorâmicas de rotina e investigar sua relação com fatores demográficos, anatômicos e técnicos. Foram analisadas 371 radiografias de adultos, classificadas quanto à qualidade e examinadas para identificação de perda óssea discreta. A prevalência global de alterações iniciais foi de 50,4% (IC95%: 45,3–55,5%). Observou-se associação significativa entre a presença de alterações e o sexo masculino (p < 0,001), bem como com a faixa etária, com maior frequência em adultos jovens (p < 0,001). A qualidade da imagem influenciou de forma marcante a detecção dos achados, com radiografias de boa qualidade apresentando maior probabilidade de identificar alterações iniciais (OR = 16,2; IC95%: 7,18–36,4). A concordância intraexaminador foi substancial (Kappa = 0,760; IC95%: 0,70–0,82), demonstrando consistência na avaliação. Os resultados indicam que a radiografia panorâmica, apesar de suas limitações, constitui ferramenta útil e acessível para o rastreamento de alterações periodontais iniciais, especialmente em contextos de grande demanda e recursos limitados.
  • Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Prevalência de anomalias dentárias de número em radiografias panorâmicas realizadas na Faculdade de Odontologia da UFPA
    (2020-10-01) LAMEIRA, Antônio Silvestre Lima; CARVALHO, Pedro Luiz de; http://lattes.cnpq.br/5038567496330588; https://orcid.org/0000-0002-4237-0582
    O estudo tem por objetivo avaliar e determinar a prevalência de anomalias dentarias de número numa população que realiza a clínica odontológica da Universidade Federal do Pará e comparar os resultados obtidos com os dados já existentes de outras pesquisas. Na metodologia foram feitas análises de 663 radiografias panorâmicas digitais e imagens digitalizadas de pacientes das clínicas odontológicas da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal do Pará entre o período de 2017 a 2019. Os resultados mostraram que dos 663 exames radiográficos panorâmicos avaliados, cerca de 6,94% apresentaram anomalias de número. Ademais, verificou-se que a prevalência de hipodontia da população avaliada consiste em 4,83% e a prevalência de hoperdontia foi de 2,11%. Como também foi verificado que houve um predomínio do sexo feminino (64,52). Conclui-se que as radiografias panorâmicas se mostram como um método de escolha para a realização do diagnóstico das anomalias dentarias de número, associado de uma avaliação da ficha clínica elaborada através de uma anamnese.
  • Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Prevalência de hipertensão arterial sistêmica na população da vila de Algodoal, Maracanã-Pará: período de 2006/2007
    (2007) MOTA, Diandro Marinho; REZENDE, Lucas dos Santos da Mata; HARADA, Luiz Borges; MELO, Wesley Duilio Severino de; http://lattes.cnpq.br/1030714111384802
    A hipertensão arterial sistêmica (HAS) é um fator de risco importante para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, o que reforça a importância dos estudos de prevalência desta patologia. Apesar disto, há uma escassez de tais estudos em nosso estado, bem como no Brasil. Objetivo: investigar a prevalência de hipertensão arterial sistêmica na Vila de Algodoal, município de Maracanã, Estado do Pará. Casuística e métodos: trata-se de um estudo transversal, de base populacional, realizado de dezembro de 2006 a abril de 2007, cuja população de estudo foi constituída por todos os indivíduos com residência fixa na Vila de Algodoal, com idade igual ou superior a 18 anos. Resultados: a análise dos dados referentes aos 432 indivíduos que participaram da pesquisa revelou uma prevalência de hipertensão arterial de 22,91% (IC 95%: 22,86 - 22,96). Entre os homens foi de 23,14% (IC 95%: 23,07 – 23,21) e, entre as mulheres, 22,68% (IC 95%: 22,61 – 22,75). Em relação aos hipertensos, 50,5% eram do sexo masculino. A prevalência da doença por faixa etária específica foi maior entre os indivíduos com 80 anos ou mais: 83,3%. Constatou-se que 62,6% dos hipertensos não tinham conhecimento prévio de ser portador desta morbidade. Entre os indivíduos que sabiam ser hipertensos, 78,4% utilizavam alguma medicação anti hipertensiva e 29,7% apresentavam níveis pressóricos controlados. Em relação aos fatores de risco investigados, foram obtidos os seguintes resultados: Obesidade ou sobrepeso (p=0,00) Etilismo (p=0,054) Tabagismo (p=0,98) História familiar de HAS (p=0,09) Conserva alimentos no sal (p=0,42) Presença do fator de risco Sim Não Sim Não Sim Não Sim Não Sim Não Prevalência de HAS 35,3% 15,1% 19,2% 27,5% 23,3% 22,8% 22,3% 10,4% 28,0% 20,8% Conclusão: a prevalência de HAS encontrada foi de 22,9%. Entre os hipertensos, 50,5% eram do sexo masculino e 62,6% não tinham conhecimento prévio da doença. Em relação aos indivíduos que sabiam ser hipertensos, 78,4% faziam uso de medicamento anti-hipertensivo e 29,7% apresentavam pressão arterial controlada. Quanto aos fatores de risco analisados, o grupo com maior prevalência de HAS foi o dos indivíduos obesos ou com sobrepeso, cuja prevalência foi de 35,3% (OR=3,07; IC 95%: 1,94 - 4,88).
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