Logo do repositório
  • Português do Brasil
  • English
  • Español
  • Français
  • Entrar
    Novo usuário? Clique aqui para cadastrar. Esqueceu sua senha?
Logo do repositório
  • Tudo na BDM
  • Documentos
  • Contato
  • Português do Brasil
  • English
  • Español
  • Français
  • Entrar
    Novo usuário? Clique aqui para cadastrar. Esqueceu sua senha?
  1. Início
  2. Pesquisar por Assunto

Navegando por Assunto "Praias amazônicas"

Filtrar resultados informando as primeiras letras
Agora exibindo 1 - 2 de 2
Resultados por página
Opções de Ordenação
  • Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Resíduo alóctone na costa amazônica brasileira: uma análise comparativa da praia de Chavascal e Farol Velho, Bragança - Pará
    (2026-07-13) SOUZA, Ingrid Niemes de; PEREIRA, Luci Cajueiro Carneiro; http://lattes.cnpq.br/9883400404823218
    A poluição por lixo marinho transfronteiriço representa um desafio crescente para a conservação de ambientes costeiros, especialmente em áreas protegidas e de difícil monitoramento. Este estudo teve como objetivo identificar e caracterizar o macrolixo marinho alóctone (> 2,5 cm) nas praias de Chavascal (difícil acesso) e Farol Velho (área de veraneio), ambas localizadas na Reserva Extrativista Marinha Caeté-Taperaçu, Bragança, Pará. Foram realizadas campanhas mensais entre outubro de 2023 e setembro de 2024, com coleta, triagem e identificação dos resíduos quanto ao tipo de material, produto, volume, marca, país de origem e idade estimada. Também foram analisadas condições climatológicas e hidrodinâmicas, além de simulações com o modelo PlasticAdrift para avaliar a viabilidade física do transporte oceânico de longa distância. Em Chavascal, foram coletados 936 resíduos, com predominância de garrafas PET (88,34%), 179 marcas de origem associada principalmente à África e à Ásia. Em Farol Velho, foram registrados 831 resíduos, com destaque para tampas plásticas (56,31%) e garrafas plásticas, sendo identificadas 134 marcas e 39 países. Mauritânia e China foram os principais países associados aos resíduos identificados. As simulações indicaram que garrafas plásticas liberadas na costa da África Ocidental podem alcançar a costa amazônica em escalas de tempo entre 0,7 e 2,8 anos. Há indícios de que os resíduos da África Ocidental cheguem por meio de correntes marinhas, ao passo que o lixo proveniente dos demais países tenha como origem provável o descarte ilegal por embarcações na região. Os resultados indicam que as praias estudadas funcionam como áreas receptoras de lixo marinho alóctone, resultante da interação entre transporte oceânico, dinâmica costeira e possíveis contribuições de atividades marítimas. Esses achados reforçam a necessidade de monitoramento contínuo, cooperação internacional, fiscalização marítima e estratégias integradas de gestão costeira para reduzir os impactos da poluição plástica na costa amazônica.
  • Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Variação morfológica e sedimentológica da face da praia em relação as mudanças sazonais (praia de Ajuruteua-PA)
    (2022-07-07) SOUSA, João Victor Mota de; ASP NETO, Nils Edvin; http://lattes.cnpq.br/7113886150130994; https://orcid.org/0000-0002-6468-6158; GOMES, Vando José Costa; http://lattes.cnpq.br/9803365737108316
    A Zona Costeira Amazônica (ZCA) está localizada entre o Cabo Orange (Amapá) e a Ponta de Tubarão (Maranhão) com uma extensão de 1.200 km. Em sua porção oriental a ZCA apresenta uma linha de costa extremamente irregular, incluindo 23 estuários e 30 bacias de hidrográficas, que drenam uma área de 330 mil km². A praia de Ajuruteua, localizada na costa nordeste do estado do Pará/Brasil, é um ambiente altamente dinâmico, dominando por macromarés e classificada como dissipativa que atualmente vem apresentando um processo erosivo na região mais urbanizada, associado a formação de bancos arenosos proveniente do delta de maré vazante na foz do estuário do rio Caeté. A combinação de marés de até 6 m em condição de sizígia, contrastando com marés tão reduzidas quanto 2,2 m em condição de quadratura; padrão sazonal de chuvas com medias históricas acima de 400 mm para o mês de abril e abaixo de 30 mm para o mês de outubro; ventos alísios com mudanças sazonais de direção superiores a 30o, e constantes ondas de moderada energia e igualmente mudanças sazonais, confere à praia de Ajuruteua uma dinâmica não somente muito intensa, mas também muito complexa. Para efetivamente entender e eventualmente mitigar os impactos destes processos, é fundamental avaliar a morfologia e sedimentologia da praia de Ajuruteua e suas mudanças em função do ciclo sazonal de chuvas e do ciclo lunar de marés de sizígia e quadratura, incluindo a zona de surfe e antepraia (nearshore), frequentemente negligenciadas. Os dados mostraram uma grande variação na morfologia e na sedimentologia, induzida principalmente pela variação intermareais, essa variação na energia de maré, produz variações morfológicas em uma escala de tempo e espaço. Esses dados darão subsídio para planos de gerenciamento de obras costeiras no setor leste da costa amazônica.
Logo do RepositórioLogo do Repositório
Nossas Redes:

DSpace software copyright © 2002-2026 LYRASIS

  • Configurações de Cookies
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Enviar uma Sugestão
Brasão UFPA