Navegando por Assunto "Hipoglicemiantes"
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Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Análise experimental do uso de brosimum sp. Como hipoglicemiante de origem natural em ratos wistar induzidos a diabetes mellitus(2018) LIMA, Gabriella Oliveira; HAMOY, Moisés; http://lattes.cnpq.br/4523340329253911; OLIVEIRA-BAHIA, Verônica Regina Lobato de; http://lattes.cnpq.br/1218901740124657Diabetes Mellitus (DM) atualmente é considerada uma epidemia mundial em curso, caracterizada como um distúrbio crônico no metabolismo dos carboidratos, resultante de defeitos na ação da insulina e ou na sua secreção. Dentre todos os tratamentos utilizados para controle da doença, o uso da medicina tradicional, com o uso de plantas medicinais ainda se encontra presente, sendo utilizadas como coadjuvantes no seu tratamento. Um dos hipoglicemiantes de origem natural utilizado é o látex do Brosimum sp.(Leite-do-Amapá).Porém, pouco se sabe sobre seus reais efeitos farmacológicos e ou toxicidade. Nessa perspectiva, o presente estudo buscou identificar os possíveis efeitos do uso do Leite-do-Amapá em ratos Wistar com DM induzida com Aloxana. Foram analisados o índice glicêmico, ureia, creatinina, TGO, TGP e colesterol total. Os animais foram divididos em 03 grupos com a seguinte descrição: G1: Controle; G2: Hiperglicêmicos; G3: Diabéticos. O tratamento com suplementação do Leite-do-Amapá foi nas doses: 1mL (1º período-3 dias), 2 mL (2º período-3 dias) e 3 mL (3º período-3 dias), 01 vez ao dia durante o período da manhã. Após os experimentos foram realizadas análise bioquímica do sangue e histopatológica do pâncreas. A evolução clínica quanto a ingesta hídrica dos ratos mostrou polidipsia nos grupos hiperglicêmicos e diabéticos; não houve variação entre os valores do consumo alimentar nos grupos. Apesar de o consumo alimentar ter permanecido o mesmo, o peso variou no grupo diabético, apresentando o menor peso entre os grupos. A análise histopatológica mostrou redução no número e tamanho das ilhotas de Langerhans, somado a isto o grupo diabético apresentou as células das ilhotas com aspecto eosinofilico e limites celulares imprecisos. A análise bioquímica não revelou diferença nos índices de ureia, creatinina e colesterol total. Porém, TGO e TGP apresentaram alterações nos grupos hiperglicêmicos e diabéticos, sugerindo alteração hepática. O tratamento com Brosimum sp. se mostrou eficaz na sua utilização como dose dependente. Gerando redução gradativa nos índices glicêmicos do grupo hiperglicêmicos, contudo seu uso deve ser cauteloso devido sua ação na função hepática.Trabalho de Curso - Graduação - Artigo Acesso aberto (Open Access) Uso etnobotânico de plantas medicinais no tratamento do diabetes mellitus tipo 2 na américa latina: uma revisão da literatura(2026-07-23) CAMPELO, Layla Michele de Sousa; SILVA, Iracely Rodrigues da; http://lattes.cnpq.br/5393264898435715O diabetes mellitus tipo 2 constitui um dos principais problemas de saúde pública devido à elevada prevalência e às complicações decorrentes do controle glicêmico inadequado. Nesse contexto, as plantas medicinais representam importante recurso terapêutico complementar, especialmente na América Latina, onde o conhecimento tradicional é amplamente difundido. Este estudo teve como objetivo realizar uma revisão da literatura sobre o uso etnobotânico de plantas medicinais empregadas no tratamento e controle do diabetes mellitus tipo 2 em países latino-americanos. A busca foi realizada nas bases SciELO, LILACS, PubMed e Google Scholar, utilizando descritores relacionados à etnobotânica, plantas medicinais, diabetes mellitus e América Latina, nos idiomas português, inglês e espanhol, considerando publicações entre 2015 e 2025. Os estudos foram analisados quanto ao país, espécies utilizadas, família botânica, parte empregada, forma de preparo e evidências de atividade hipoglicemiante. Os resultados demonstraram ampla diversidade de espécies, com destaque para Bauhinia forficata, Cissus sicyoides, Syzygium cumini, Momordica charantia e Moringa oleifera. As folhas foram as partes mais utilizadas, seguidas por frutos, cascas, raízes e sementes, predominando infusões e decocções. Essa preferência pode estar relacionada à disponibilidade e à presença de flavonoides, compostos fenólicos e taninos, associados às atividades antioxidante e hipoglicemiante. Conclui-se que o conhecimento tradicional permanece relevante como recurso complementar, podendo subsidiar pesquisas farmacológicas e o desenvolvimento de fitoterápicos. Contudo, são necessários estudos clínicos que comprovem eficácia, segurança e padronização de uso.