Navegando por Assunto "Depression"
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Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) A relação entre a intensidade de sintomas depressivos, distanciamento familiar, religiosidade e espiritualidade: o impacto em estudantes de medicina no municipio de Altamira(2025-03-20) SOUZA, Luiz Felipe Sousa e; FARIAS, Ilka Lorena de Oliveira; https://lattes.cnpq.br/5648420261295394; https://orcid.org/0000-0002-9816-5510; SOUSA, Aline Andrade de; https://lattes.cnpq.br/5581585210022226; https://orcid.org/0000-0002-7848-3618Objetivos: Avaliar o impacto da relação entre a intensidade de sintomas depressivos, o distanciamento familiar e a religiosidade em estudantes de medicina no município de Altamira. Métodos: Estudo transversal e comparativo feito por meio de questionários on-line via plataforma Formulários Google. Instrumentos de análise: Inventário de Depressão de Beck, Instrumento de Qualidade de Vida da Organização Mundial da Saúde - Módulo Espiritualidade, Religiosidade e Crenças Pessoais, Índex APGAR de Família e Questionário socioeconômico. Resultados: Evidenciou-se alta prevalência de sintomas depressivos entre os discentes, com correlação significativa com o gênero, e alta prevalência de mulheres e pessoas não brancas. Também correlação significativa de sintomas depressivos com religiosidade/espiritualidade e com funcionalidade familiar, assim como de religiosidade/espiritualidade com funcionalidade familiar. Não houve resultado significativo entre depressão, distanciamento familiar e semestre da graduação. Conclusão: Boa funcionalidade familiar e religiosidades/espiritualidade atuam como fatores protetores contra depressão, religiosidade atua como fator protetor contra disfuncionalidade familiar, gênero feminino e etnia não branca são fatores de risco para depressão.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Corpos que tremem: uma análise sobre os efeitos da dança sobre a autoestima e autoimagem de pessoas com doença de Parkinson(2023-12-15) SILVA, Solaris Carvalho da; KREJCOVA, Lane Viana; http://lattes.cnpq.br/2604693973864638A pesquisa ambientada no projeto Baila Parkinson tem como objetivo analisar os efeitos da prática de dança na autoestima e autoimagem de pacientes com Doença de Parkinson. Para isso, foram utilizados três testes aplicados dentro da clínica onde o projeto funciona: a Escala de Autoestima de Rosenberg, a Body Appreciation Scale 2 e a Escala de Geriátrica de Depressão. Os dois primeiros testes foram realizados pela autora e o último, utilizado como fonte para comparação de resultados, foi aplicado por outros pesquisadores do projeto. Os resultados da pesquisa mostraram inconsistências entre os resultados apresentados e as vivências contadas pelos participantes, assim como uma diferença significante entre os resultados dos participantes recorrentes e os ingressantes no programa. Tais resultados levaram a questionamentos e suposições sobre seus motivos, assim levando a uma discussão sobre a sensibilidade dos próprios testes aplicados, assim como a relação dos pacientes com a vergonha de se mostrarem infelizes com seus corpos, vidas e vivências.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Depressão em portadores do vírus da imunodeficiência humana em uma unidade de referência: Belém, Pará(2009) OLIVEIRA, Edgar Luis Lima de; MONTEIRO, Maria Rita de Cassia Costa; http://lattes.cnpq.br/5536136455627983; https://orcid.org/0000-0002-3156-3493; BEZERRA, Benedito Paulo; http://lattes.cnpq.br/9414720167627002Esta pesquisa foi realizada no período de novembro de 2007 a janeiro de 2009, com o objetivo de conhecer a prevalência de transtorno depressivo maior em amostra de pacientes acometidos pelo vírus da imunodeficiência humana atendidos na Unidade de Referência de Doenças Infecciosas e Parasitárias Especiais, na cidade de Belém, Pará, assim como descrever aspectos do seu perfil sociodemográfico e clínico, investigar a existência de associação entre a presença de depressão e os níveis de linfócitos T CD4+ e o uso de medicações anti-retrovirais, além de descrever os sintomas depressivos dos quadros identificados. Utilizou-se o modelo epidemiológico individual-observacional seccional. Foram entrevistados 115 indivíduos para obtenção de informações referentes às suas características sócio-demográficas e clínicas e, posteriormente, utilizou-se o MINI International Neuropsychiatric Interview para diagnosticar depressão. Para aqueles identificados com transtorno depressivo maior atual, foram também utilizados o Inventário de Depressão de Beck e a sub-escala de depressão da Escala Hospitalar de Ansiedade e Depressão. A análise estatística foi realizada através do programa EPI INFO versão 6.04. A prevalência de depressão encontrada na amostra foi de 31,3%. Não houve predomínio por sexo; a maior parte dos entrevistados pertencia à faixa etária de 30 a 50 anos (74,8%), era heterossexual (65,2%), tinha apenas o ensino fundamental incompleto (39,1%), recebia algum benefício do governo (33,0%) e morava em Belém (58,3%). A maioria dos participantes (77,7%) havia recebido o diagnóstico da infecção fazia mais de um ano em relação ao período da entrevista; 76,5% faziam uso de anti-retrovirais e 60,9% contavam com nível de linfócitos T CD4+ abaixo de 350 células/mm3. Não houve associação entre a presença de depressão e o uso de medicações anti-retrovirais, nem entre a presença de depressão e os níveis de linfócitos T CD4+. Os participantes identificados com depressão atual apresentaram como sintomas depressivos mais freqüentes tristeza, auto-acusações, fadiga, irritabilidade, distúrbio do sono e preocupação somática. Obteve-se elevadíssima prevalência dos transtornos de humor pesquisados (depressão e transtorno bipolar), que, somadas, atingiram 60% dos entrevistados. Por isso, é fundamental que indivíduos infectados pelo vírus recebam atenção especial para esses transtornos, uma vez que as doenças psiquiátricas podem comprometer sua qualidade de vida, prejudicar a aderência ao tratamento anti-retroviral, diminuir a sobrevida, facilitar comportamentos de risco e, portanto, contribuir para a propagação do vírus.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Interação entre o eixo intestino cérebro, distúrbios psicológicos ansiedade e depressão e o papel da nutrição. (revisão bibliográfica)(2021) PINAGÉ, Amanda Macêdo; SILVA, Vânia Maria Barboza da; http://lattes.cnpq.br/4115754779052652; https://orcid.org/0000-0003-4490-8398A microbiota intestinal desempenha um papel fundamental em relação à fisiologia e em relação ao desenvolvimento de possíveis doenças nos seres humanos. Alterações e desequilíbrios na microbiota intestinal, que provocam a disbiose, estão associados não somente às desordens de ordem gastrointestinal, mas também à outros órgãos. Vários fatores são capazes de interferir na composição da microbiota intestinal, incluindo fatores genéticos, a forma de nascimento e fatores ambientais/externos. No entanto, o padrão alimentar e o estado nutricional do indivíduo já demonstraram ser os principais fatores capazes de interferir na qualidade do ecossistema intestinal. Recentemente, evidenciouse que as bactérias intestinais são capazes de afetar a fisiologia e até mesmo a inflamação do sistema nervoso central (SNC). O SNC e o trato gastrointestinal comunicamse por meio de uma via bidirecional, denominada eixo intestinocérebro (gutbrain axis), que consiste em múltiplas conexões, incluindo o nervo vago, o sistema imunológico e produtos e metabólitos provenientes das bactérias. Quando a disbiose ocorre, os meios de comunicação ficam prejudicados e sofrem alterações, além de estarem associados ao aumento da permeabilidade da barreira hematoencefálica (BHE) e, consequentemente, à neuroinflamação. Há várias rotas imunológicas envolvidas na homeostase e na inflamação do SNC, e estas estão associadas à desordens psiquiátricas, como a ansiedade e a depressão, que são o foco desta revisão. As evidências sugerem que há uma influência recíproca entre a microbiota intestinal e o processo inflamatório gerado no cérebro. No entanto, inúmeros mecanismos por trás do impacto que a microbiota intestinal exerce na patogênese de doenças neurológicas permanecem pouco elucidados. Nesta revisão narrativa é feita a análise e a discussão do papel que a microbiota e o ecossistema intestinal exercem, os efeitos provocados por mudanças no padrão alimentar e, também, a administração de suplementos nutricionais (probióticos e prebióticos), além do efeito possivelmente terapêutico do transplante fecal em relação aos distúrbios neuropsiquiátricos/psicológicos. A busca dos artigos foi realizada a partir das seguintes bases de dados: PubMed, Elsevier, Scielo, Google Scholar e Science Direct. O critério de inclusão foi a relevância temática no momento da busca e, também, artigos mais recentes.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) A musculação como prática corporal terapêutica em mulheres afetadas pelos transtornos mentais: depressão e/ou ansiedade(2019-12-18) OLIVEIRA, Larissa Nunes de; MOTA, Joselene Ferreira; http://lattes.cnpq.br/3063860082259648O presente trabalho traz como questão: quais os efeitos da prática regular de musculação em mulheres já diagnosticadas com depressão e/ou ansiedade? e tem como objetivo analisar os efeitos da prática de musculação em mulheres com depressão e/ou ansiedade. O percurso metodológico traçado partiu da aproximação com o método materialista histórico dialético. Nossa pesquisa se desenvolveu a partir de uma investigação do tipo experimental cujo lócus foi a BodyFit Academia, academia de ginástica localizada em Ananindeua/Pa, com 10 voluntárias de 24-44 anos, onde apenas 06 (seis) concluíram a pesquisa, que não praticavam exercícios físicos por pelo menos 06 (seis) meses anteriores à intervenção. Os resultados demonstram que a prática regular de musculação em mulheres que apresentam o diagnóstico de depressão e/ou ansiedade atuou na regressão dos transtornos, pois agiu diretamente na melhora e até eliminação dos sintomas. Conclui-se ao final de nossa pesquisa, que a prática corporal musculação apresenta efeitos terapêuticos em mulheres já diagnosticadas com depressão e/ou ansiedade.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Os impactos da pandemia de coronavírus na saúde mental de brasileiros diagnosticados com COVID-19: comparação dos sintomas de depressão, ansiedade, insônia e transtorno de estresse pós-traumático com indivíduos não diagnosticados(2023-12-14) SILVA, Sumayla Gabrielle Nascimeto da; SANTOS, Ozélia Sousa; http://lattes.cnpq.br/0732396645940620Os impactos da pandemia de COVID-19 na saúde mental de sobreviventes são pouco conhecidos, principalmente no que diz respeito à ocorrência de problemas psicológicos como os transtornos como depressão e ansiedade. Neste estudo, avaliamos os impactos sobre a saúde mental de sobreviventes brasileiros não infectados ou assintomáticos pela COVID-19. Trata-se de um estudo transversal coletando informações por meio de formulário eletrônico de janeiro a maio de 2021. A amostra foi composta por 1.334 pessoas e foram divididos em dois grupos: caso – com indivíduos que relataram um diagnóstico positivo da doença, com ou sem sintomas – e controle – que relataram não ter sido diagnosticados com COVID-19 e não apresentaram nenhum sintoma durante o período de coleta. Os Instrumentos validados utilizados para investigar sintomas de depressão (Questionário de Saúde do Paciente), ansiedade (Transtorno de Ansiedade Generalizada-7), transtorno de estresse pós-traumático (Checklist de Transtorno de Estresse Pós-Traumático) e insônia (Índice de Gravidade da Insônia). Os dados foram apresentados como desvio padrão ou mediana e intervalos interquartis. O teste qui-quadrado foi aplicado para significância estatística entre variáveis categóricas, considerando um p < 0,05. Em relação aos níveis de estresse pós-traumático, os grupos caso e controle não apresentaram diferenças (p = 0,82). Os resultados da pesquisa indicaram que não houve uma correlação estatística entre o grupo que foi afetado pelo vírus e o grupo que não foi afetado pelo vírus em termos de depressão (p = 0,9) e ansiedade (p = 0,7). Enquanto isso, os níveis de insônia (p = 0,02) demonstraram uma correlação estatística entre os grupos. A prevalência do transtorno mental analisando distúrbios de saúde foi semelhante entre os dois grupos. Em conclusão, a população de sobreviventes da infecção por COVID-19 tende a mostrar pouca diferença em termos de desenvolvimento de transtorno de estresse pós-traumático, ansiedade e depressão quando comparados a indivíduos não infectados. Por outro lado, distúrbios como a insônia são mais prevalentes e apresentam uma diferença significativa entre os grupos, aparecendo mais em indivíduos infectados.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) A prevalência de ansiedade e/ou depressão em acadêmicos de medicina da universidade federal do Pará atendidos no serviço de apoio psicossocial ao discente-SAPS - janeiro de 2005 a dezembro de 2010.(2011) BASTOS, Lorena Iris Seabra; PENA, Syrlei de Sousa; SOUZA, Rosana Nazaré Leão; http://lattes.cnpq.br/3042295253924570; https://orcid.org/0000-0001-6269-9249; BEZERRA, Benedito Paulo; http://lattes.cnpq.br/9414720167627002Objetivo: Investigar a prevalência de sintomas de ansiedade e/ou depressão em alunos de medicina da Universidade Federal do Pará no período de janeiro de 2005 a dezembro de 2010 atendidos no Serviço de Apoio Psicossocial ao Discente e avaliar o seu papel. Método: A coleta de dados foi realizada por meio da revisão de prontuários que ocorreu no período de janeiro de 2010 a maio de 2010. Resultados: O presente estudo contou com o levantamento de 663 prontuários dos quais 190 (28,7%) eram alunos do curso de medicina. Destes 190 42,5% não apresentaram diagnóstico de ansiedade e/ou depressão, 5,7% pacientes estavam com prontuário com dados incompletos, logo apenas 98 compuseram a amostra. A prevalência do índice de depressão foi maior no gênero feminino (59,2%), na faixa etária de 22 a 25 anos (55,1%), solteiros (96,9%), católicos (68,4%) e provenientes do próprio estado (51%). Os maiores riscos de desenvolvimento dessas patologias encontram-se entre os alunos do primeiro (25,5%), quarto (25,5%) e sexto ano (19,4%). Os sintomas depressivos mais freqüentes foram as crises de choro, tristeza e distúrbios do sono. Já os de ansiedade foram angústia e choro fácil. Constatou-se que a porcentagem de abandono (35,8%) do serviço foi significativa, uma vez que esta taxa apresentou se muito semelhante a taxa de alta melhorada (36,6%). Conclusões: O curso médico parece estar associado ao desenvolvimento de quadros ansiosos e depressivos nos estudantes de medicina. Maiores taxas de sintomatologia ansiosa foram encontradas no início do curso, sugerindo dificuldades na adaptação de novos métodos de ensino, assim como no quarto ano que antecede o internato e no sexto ano quando acontecem, as provas de residência. A existência de programas que possam identificar e tratar esses alunos precocemente são fundamentais para o aprimoramento de futuros médicos. Por fim, observou-se a importância de ter um serviço que consiga identificar precocemente os estudantes de risco, assim como tratar os doentes com diagnóstico de ansiedade e/ou depressão e outras patologias.