Navegando por Assunto "Dentifrices"
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Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Influência de dentifrício branqueador contendo carvão ativado sobre a rugosidade superficial e microdureza de resina composta(2020-09-30) FERREIRA, Rafaela Santos; SANTOS, Gabriela Conde dos; http://lattes.cnpq.br/5982873607041291; LORETTO, Sandro Cordeiro; http://lattes.cnpq.br/6988325260181483Introdução: Dentifrícios branqueadores contendo carvão ativado estão cada vez mais populares, mas seu uso diário ainda é questionável devido ao seu poder abrasivo que pode comprometer superfícies dentais restauradas. Objetivo: Avaliar a influência de dentifrício branqueador contendo carvão ativado sobre a rugosidade superficial e microdureza de resina composta nanoparticulada. Materiais e métodos: Foram confeccionados 30 corpos de prova com compósito nanoparticulado Filtek Z350XT (3M ESPE, St Paul, USA) na cor A2, distribuídos em 3 grupos (n=10), de acordo com o dentifrício a ser utilizado. Para o G1 dentifrício convencional (não branqueador) - Colgate® Máxima Proteção, para G2 dentifrício branqueador - Colgate® Luminous White e para G3 dentifrício contendo carvão ativado - Colgate® Luminous White Carvão Ativado. Para escovação foi utilizada uma escova de dente elétrica Oral-B - Vitality Precision Clean (Oral B, SchwalbachamTaunus, Alemanha); dentifrício selecionado para cada grupo; e água destilada. As análises de rugosidade superficial e microdureza foram realizadas no mesmo espécime (antes e depois). Os dados obtidos foram submetidos a verificação de normalidade através do teste de Shapiro-Wilk (p<0.05). Resultado: Foi observado diminuição dos valores de microdureza em relação aos tempos T0 e T1 nos grupos G2 e G3; e aumento da rugosidade relação ao tempo T0 e T1 nos grupos G2 e G3. Conclusão: Dentifrícios branqueadores contendo ou não carvão ativado são capazes de reduzir a microdureza e aumentar a rugosidade da resina composta nanoparticulada.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) O uso de dentifrícios à base de pirofosfato no controle químico do biofilme, formação de cálculo dental e doenças periodontais: uma revisão integrativa(2023-05-31) SOUZA, Ana Beatriz Carvalho de; SAITO, Miki Taketomi; http://lattes.cnpq.br/1142789286512415; https://orcid.org/0000-0002-2698-6301Os dentifrícios à base de pirofosfato foram disponibilizados no mercado com a justificativa de que os pirofosfatos são compostos químicos que atuam inibindo a formação e a mineralização do cálculo dental, pois se ligariam aos íons de cálcio presentes na saliva e na placa bacteriana, auxiliando no controle e inibição do cálculo dentário. Portanto, dentifrício com pirofosfatos teriam propriedades antiplaca, ajudando a reduzir a quantidade de biofilme dental e, consequentemente, prevenindo o desenvolvimento de doenças periodontais. Objetivo : Esta monografia teve como objetivo realizar uma revisão integrativa da literatura sobre o efeito de dentifrícios contendo pirofosfato em sua composição quanto: o controle químico do biofilme e formação de cálculo dental e doenças periodontais. Metodologia : Baseando-se na estratégia PICOT para definição da pergunta norteadora da pesquisa, realizou-se buscas eletrônicas nas bases de dados: da literatura branca: Medline (Pubmed), Web of Science (WoS), LILACS, Embase, Scopus e Cochran e; da literatura cinzenta: Dans Easy, utilizando-se operadore s booleanos e as seguintes palavras: “toothpaste”, “dentifrice”, “pyrophosphate", “anticalculus” e “antitartar”. Não houve restrição de idioma ou data para a busca de manuscritos em nenhuma das bases consultadas. Resultados : Foram encontrados um total de 3.754 estudos, dos quais 34 foram selecionados para esta revisão. Todos os estudos investigaram os efeitos dos dentifrícios à base de pirofosfato nos índices de cálculo dentário, comparando antes e após o uso desses produtos. Com base nas análises realizadas, 25 estudos indicaram que o uso dos dentifrícios à base de pirofosfato foi capaz de reduzir a formação de cálculo dentário. No entanto, 4 estudos observaram que o dentifrício placebo (sem pirofosfato) foi mais efetivo na inibição do cálculo dentário, enquanto 5 estudos não encontraram diferença estatisticamente significativa nos índices de cálculo dentário entre os dentifrícios placebo e os dentifrícios à base de pirofosfato. Conclusão : Com base nos achados desta revisão, o uso de dentifrício à base de pirofosfato se mostrou eficaz no controle químico do biofilme, inibição da formação de cálculo dental e, consequentemente, na prevenção de doenças periodontais.