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    Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Caracterização química e física da madeira de Conocarpus erectus L. (Combretaceae) na costa Amazônica brasileira
    (2025-01-24) ROSA , Mayk Silva da; BRITO , Madson Lucas Galvão de; http://lattes.cnpq.br/4686753829744069; https://orcid.org/0000-0001-7927-3762; FERNANDES , Marcus Emanuel Barroncas; http://lattes.cnpq.br/8943067124521530
    Conocarpus erectus (Mangue de botão) pertence à familia Combretaceae e esta distribuida amplamente na costa amazônica brasileira sendoassociada ao manguezal em areas de restinga e utilizada para fins medicinais por comunidades que cercam esse ambiente, porem a madeira dessa especie tem sido pouco estudada comparada as outras espécies de mangue. Por isso, os objetivos deste estudo é caracterizar as propriedades químicas e físicas da madeira de C. erectus. A caracterização química da madeira revelou teores médios de cinzas (1,57%), lignina (26,80%), holocelulose (96,41%) e extrativos totais (17,72%). Esses resultados destacam as particularidades químicas da madeira de C. erectus, com implicações tanto na sua resistência natural quanto em sua utilização industrial, especialmente no contexto de carbonização e resistência à deterioração. A densidade básica média foi de 0,83 g/cm³, classificando-a como madeira pesada. Essa característica indica potencial para produção de carvão vegetal e alta resistência mecânica. Na contração, os valores na posição radial (4,48%), tangencial (3,16%), e volumétrica (16.8%). O coeficiente de anisotropia (1,5%) indica estabilidade dimensional normal. Esses resultados destacam o potencial tecnológico da madeira de C. erectus para diversas aplicações.
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    Trabalho de Curso - Graduação - ArtigoAcesso aberto (Open Access)
    Distribuição das florestas anãs de Avicennia germinans (L.) L. (Acanthaceae) na Reserva Extrativista Marinha de Tracuateua, Nordeste do Pará.
    (2025-07-21) LIMA , Yan Cássio Gatinho; BRITO, Madson Lucas Galvão de; http://lattes.cnpq.br/4686753829744069; https://orcid.org/0000-0001-7927-3762; FERNANDES, Marcus Emanuel Barroncas; http://lattes.cnpq.br/8943067124521530
    A estrutura das florestas anãs é resultado direto de condições ambientais extremas, sendo fundamental compreender sua distribuição para orientar ações de conservação. Neste estudo, investigamos como a salinidade intersticial influencia a estrutura e distribuição das florestas anãs de Avicennia germinans na Reserva Extrativista Marinha de Tracuateua, Nordeste do Pará. Foram delimitadas 90 parcelas e medidos atributos estruturais como diâmetro, altura, densidade e dominância. A análise de agrupamento indicou três grupos estruturais distintos, com o grupo de maior porte concentrado próximo a canais de maré. A salinidade foi medida em períodos seco e chuvoso; constatou-se que no período seco ela teve efeito negativo significativo sobre a altura das árvores, enquanto no chuvoso esse efeito foi irrelevante. A área ocupada pelas florestas anãs correspondeu a 16,8% da RESEX, embora boa parte esteja fora dos seus limites legais. Os resultados mostram que a distribuição e estrutura dessas formações estão fortemente associadas a microgradientes ambientais, especialmente salinidade e disponibilidade hídrica. Concluímos que o estresse salino sazonal modela a estrutura das florestas anãs de A. germinans, e que o reconhecimento espacial dessas áreas é essencial para subsidiar a redefinição dos limites da unidade de conservação e compreender processos associados à expansão dos manguezais.
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