Navegando por Assunto "Black women"
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Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) “Eu tenho pra vender, quem quer comprar?”: análise socioeconômica sobre a atuação das quitandeiras em Belém do Pará na transição do século XIX para o século XX(2023-07-04) SILVA, Júlia Brenda Palheta da; LOPES, Siméia de Nazaré; http://lattes.cnpq.br/8791203591623509; https://orcid.org/0009-0005-4933-1251O atual trabalho tem como objetivo realizar uma análise socioeconômica das mulheres quitandeiras na cidade de Belém entre os séculos XIX e XX. Para compreender a participação ativa destas mulheres na historiografia, nesta pesquisa, elas serão pensadas por meio das fontes tidas como oficiais, visando superar os estigmas coloniais e de domínio impostos sobre estas indivíduas e seus corpos. Por meio desta perspectiva foi possível perceber a importância de compreende-las por meio de suas próprias vozes, na qual estas aparecem não apenas como sujeitas dominadas, mas mulheres importantes para dinamização de parte da economia paraense, mas também para construção da sociedade. Por meio deste objeto de estudo, será possível perceber que, apesar da tentativa de silenciamento, estas mulheres construíam o cenário das ruas e eram fundamentais, uma vez que por meio das vendas, estas alimentavam grande parte da população e por isto não passavam despercebidas nas fontes que visavam marginaliza-las.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) La mujer negra: estudio comparativo entre las poesías “Mujer negra” de Nancy Morejón y “Me gritaron negra” de Victoria Santa Cruz(2023-12-19) CUNHA, Alessandra da Silva; LIMA, Maria José Souza; http://lattes.cnpq.br/1175447822304778; https://orcid.org/0009-0009-0971-1662Trabalho de Curso - Graduação - Artigo Acesso aberto (Open Access) “Me perdi de mim”: dispositivo amoroso, afeto racializado e letramento afetivo no ensino de História(2025-09-10) SOARES, Jamilly de Lima; LINHARES, Anna Maria Alves; http://lattes.cnpq.br/3081434819616255; https://orcid.org/0000-0001-7548-9259Este artigo busca compreender como o amor, atravessado pelas estruturas do racismo e do patriarcado, opera como um dispositivo de sujeição na vida de mulheres negras. A pesquisa parte de uma trajetória pessoal, acadêmica e afetiva, ancorada nas escritas feministas negras, que recusam separação entre teoria, experiência e construção de si. O trabalho visa analisar de que maneira o dispositivo amoroso e o afeto racializado impactam na construção da subjetividade de mulheres negras, produzindo experiências de dor, anulação e perda de si. Além disso, discute como o ensino de História pode ser um espaço de ruptura com os afetos coloniais, através do letramento afetivo racializado e da reconstrução de subjetividades negras. A metodologia é qualitativa, fundamentada na análise de narrativas produzidas por mulheres negras a partir de um formulário online, e articulada à prática extensionista desenvolvida na Escola Dom Pedro I, através de palestras interativas, roda de conversa e materiais pedagógicos. A partir das narrativas, evidencia-se que o amor, quando atravessado pelo racismo estrutural, atua como força de opressão, mas também que o acesso à educação crítica e ao letramento racial possibilita processos de resistência, reconstrução de afetos e afirmação da identidade negra.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Mulheres negras: memórias e processos educativos(2026-02-20) VERA CRUZ, Naiani Oliveira da; TOUTONGE, Eliana Campos Pojo; https://lattes.cnpq.br/1223748500489517Este estudo trata de Mulheres Negras na perspectiva de suas memórias e processos educativos, com objetivo de compreender as resistências, desafios e conquistas de três mulheres paraenses, vinculadas à comunidade rural Família Unida, município de Irituia-PA. Como questão norteadora: Quais resistências e conquistas compuseram o processo educativo de mulheres negras e estão presentes em suas memórias de vida e a escolar? Pesquisa de abordagem qualitativa, com estudo bibliográfico baseado em Hall (2006), (2009), no debate da identidade, com Gomes (2012), em suas considerações acerca do ser negro e a construção da identidade negra, com Moreira (2023) e Silva & Nascimento (2016) na dimensão da mulher negra. Ainda, foi útil a perspectiva das narrativas como escutas, lembranças e biografias, nos permitindo compreender parte das experiências vividas por três mulheres negras como elementos centrais para a discussão do trabalho. Como resultado, as narrativas das mulheres negras, abordando aspectos educativos e raciais, revelaram que mesmo que estes processos tenham ocorrido em períodos diferentes, suas histórias de vida assim como suas trajetórias escolares que elas passaram por racismo e que a escola ainda hoje, é um lugar onde a mulher negra sofre preconceito, principalmente relacionados ao corpo.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) O trabalho informal e as mulheres negras na capital paraense: desigualdades, demandas e desafios(2026-03-06) SILVA, Alice Camily Santos da; SILVA, Vergas Vitória Andrade da; http://lattes.cnpq.br/8909456290073930; https://orcid.org/0000-0002-3730-5938O presente estudo analisa de que forma as desigualdades de gênero e raça influenciam as relações de trabalho das mulheres negras no Brasil, com ênfase na inserção no mercado de trabalho informal. O objetivo consiste em examinar os fatores sociais, econômicos, culturais e regionais que impactam as condições laborais dessas mulheres, tomando como recorte o Estado do Pará e a cidade de Belém. A pesquisa caracteriza-se como bibliográfica e documental, com abordagem qualitativa e quantitativa, utilizando dados estatísticos da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) e do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE). Os resultados indicam que a informalidade laboral atinge de maneira mais intensa as mulheres negras, especialmente aquelas residentes em áreas periféricas e com menor nível de escolaridade, evidenciando a persistência de desigualdades estruturais no mercado de trabalho. Conclui-se que as relações de trabalho são atravessadas por marcadores sociais de gênero e raça, os quais contribuem para a precarização do trabalho feminino negro, reforçando a necessidade de políticas públicas voltadas à promoção da equidade social e laboral.