Navegando por Assunto "Autism"
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Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) A dança como prática pedagógica inclusiva no transtorno do espectro autista: um estudo de caso(2026-02-02) NASCIMENTO, Julia da Silva; SANTOS, Edson Eduardo Fragoso dos; http://lattes.cnpq.br/2531630605049129; KREJCOVA, Lane Viana; http://lattes.cnpq.br/2604693973864638Este estudo tem como principal foco analisar de que forma a dança está inserida como uma prática pedagógica diante do contexto do Transtorno do Espectro Autista (TEA). Com contribuição de referenciais teóricos que abordam a neurodiversidade, dança e educação. Trata se de uma abordagem qualitativa, estruturada a partir de um estudo de caso descritivo-analítico, com a participação de uma criança diagnosticada com Transtorno do Espectro Autista (TEA), Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e Deficiência Intelectual (DI). A coleta de dados para a pesquisa ocorreu por meio de observação de aulas de dança particular da criança. Tendo como resultado significativo o desenvolvimento motor, autonomia, engajamento e participação da criança nas aulas. Dessa forma, pode-se concluir que dança apresenta como uma forma pedagógica de relevância diante do contexto inclusivo, ao utilizar a dança como uma forma de linguagem, favorecendo nesses processos de aprendizagem, enfatizando a importância de que apenas professores de dança estejam inseridos neste contexto da dança como uma prática inclusiva.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) A dança e inclusão em ambientes informais: o papel do professor de dança na inserção de alunos com transtorno do espectro autista(2026-01-30) SILVA, Karyne Nathalia Lima e; SANTOS, Edson Eduardo Fragoso dos; http://lattes.cnpq.br/2531630605049129; KREJCOVA, Lane Viana; http://lattes.cnpq.br/2604693973864638; Edson Eduardo Fragoso dosEste Trabalho de Conclusão de Curso tem como objetivo analisar os desafios enfrentados por professores de dança em ambientes informais na inclusão de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A pesquisa fundamenta-se em referenciais teóricos da educação inclusiva, da neurodiversidade e da pedagogia da dança, dialogando com autores como Paulo Freire, Rudolf Laban, Mantoan e Teixeira Machado. Metodologicamente, adota-se uma abordagem qualitativa, estruturada em revisão bibliográfica, observação direta e aplicação de questionários a docentes atuantes em projetos sociais. Os resultados evidenciam que, embora a dança seja reconhecida como recurso pedagógico e terapêutico capaz de favorecer o desenvolvimento motor, cognitivo, social e emocional de crianças com TEA, sua efetividade depende diretamente da formação docente e da adoção de estratégias pedagógicas adaptadas às singularidades dos alunos. Entre as principais dificuldades relatadas pelos professores, destacam-se a ausência de capacitação específica, a sobrecarga de turmas e a escassez de recursos de apoio. Conclui-se que a dança, quando compreendida como linguagem artística e educativa, pode constituir um espaço privilegiado de inclusão e expressão, desde que sustentada por práticas pedagógicas críticas, sensíveis e contextualizadas. O estudo contribui para a área da Licenciatura em Dança ao propor reflexões sobre a formação docente e sobre o papel da dança como instrumento de inclusão em ambientes informais, ampliando o debate acadêmico acerca da relação entre arte, educação e diversidade.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) A arte educação na inclusão de crianças com autismo na escola regular: o estado da arte(2023-12-06) BARROS, Roseli Nunes; FARIAS, Roseane Rabelo Souza; http://lattes.cnpq.br/4325824918742074Nesse estudo são apresentados dados da pesquisa bibliográfica de abordagem qualitativa, realizada por meio do Estado da Arte no ano de 2023. O objetivo foi investigar as discussões e pesquisas científicas acerca da Arte Educação para inclusão da criança com Transtorno do Espectro do Autismo TEA, no contexto da escola regular de ensino, na educação básica. As buscas das produções teóricas foram realizadas no período de 04 de abril a 01 de maio de 2023 nos sites Google Acadêmico, Scielo, Banco de dados Teses e dissertações da Capes, Banco de dados da Biblioteca virtual e física da UFPA, Campus de Altamira, por meio dos descritores “arte educação e autismo”, “arte educação e inclusão”, “arte educação e deficiência”. Para o critério de inclusão no corpus, o objeto de investigação devia ter relação com a Arte Educação direcionado ao público do Autismo (TEA), com foco em crianças da educação básica, corresponder a propostas pedagógicas e ter sido publicado no período de 2008 a 2023. Foram localizados 54 trabalhos destes, 15 produções atenderam ao critério de inclusão e compuseram o corpus deste estudo. A pesquisa revelou um fator determinante para a inclusão de alunos com deficiência e com autismo no contexto escolar, como o destaque para a formação continuada dos professores de artes.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Autismo infantil: perfil de pacientes atendidos em ambulatório de especialidades pediátricas em Belém, Pará.(2009) SILVA, Sherly Cabral; SÁ NETO, Simone de; FIGUEIRAS, Amira Consuêlo de Melo; http://lattes.cnpq.br/6213115471891287INTRODUÇÃO: O autismo é um distúrbio cuja etiologia ainda não é bem conhecida, embora envolva fatores genéticos, imunológicos e ambientais onde o processo de desenvolvimento infantil encontra-se profundamente distorcido. É classificado como um dos Transtornos Globais do Desenvolvimento, caracterizado por prejuízos na comunicação e interação social, além da apresentação de comportamento e interesses restritos e repetitivos. De acordo com estimativas mais recentes, cerca de 1 em cada 200 indivíduos apresentam transtornos do espectro autista. OBJETIVO: Avaliar as manifestações clínicas, bem como sugerir fatores de risco nos pacientes que preenchem critérios diagnósticos estabelecidos para autismo. CASUÍSTICA E MÉTODOS: Realizou-se um estudo do tipo transversal, de amostra não probabilística no Serviço de Crescimento e Desenvolvimento Infantil Caminhar do Hospital Universitário Bettina Ferro de Souza, através de informações coletadas de 80 pacientes em protocolo de pesquisa próprio, submetidas posteriormente à análise estatística. RESULTADOS: O sexo masculino correspondeu a 77,5% dos pacientes. A época de percepção das manifestações mais referida pelos cuidadores foi antes dos 3 anos. O atraso de linguagem foi a queixa mais freqüente (77,5%); os critérios 1.b e 2.a do DSM-IV foram os mais encontrados; a prevalência de episódios de convulsão foi de 32%; a risperidona foi o neuroléptico mais empregado (77,8%) e o acompanhamento mais utilizado no serviço foi o de neuropediatria. CONCLUSÃO: O sexo masculino foi o mais acometido e a queixa mais freqüente, o atraso de linguagem. Pelo DSM-IV, interação e linguagem são os maiores prejuízos desses pacientes. As crises convulsivas foram associadas ao espectro autista, sendo a risperidona o medicamento mais utilizado no tratamento farmacológico de sintomas. Ressalta-se a importância do constante monitoramento da evolução dos portadores do transtorno autista, para otimizar a abordagem terapêutica, bem como promover a inserção de novos tratamentos e adequar a articulação da equipe multidisciplinar.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) O brincar da criança com transtorno do espectro autista com o cuidador: uma análise pré e pós capacitação dos cuidadores(2017) SILVA, Manuella Natasha Costa da; NEVES, Suellem Karoline Silva; VIEIRA, Adrine Carvalho dos Santos; http://lattes.cnpq.br/9908355942244910; https://orcid.org/0000-0002-7134-9926O autismo acarreta déficits no desenvolvimento percebido ainda na primeira infância, fase que o brincar é uma ocupação predominante que potencializa o desenvolvimento. Sendo assim, é importante que cuidadores sejam encorajados a terem conhecimento de estratégias que ajudem a fomentar o brincar junto a crianças com transtorno do espectro autista. Assim, este estudo pretendeu investigar se um programa de intervenção oferecido aos cuidadores promoverá aumento da promoção do brincar conjuntos de crianças com autismo e que estado do brincar (simbólico, exploratório e funcional), faz-se mais presente. Realizou-se pesquisa quantitativa, na qual foram filmados momentos de interação entre 7 díades de cuidadores e filhos no brincar livre , pré e pós intervenção, dos quais foram analisados conforme a categorias do brincar (exploratório, funcional e simbólico e/ou conjunto e sozinho). Os resultados obtidos foram: houve aumento na duração do brincar na maioria das díades; o brincar funcional foi o mais presente nas fases pré e pós-intervenção; apenas uma díade apresentou brincar simbólico; e apenas houve aumento no brincar conjunto em três díades. Conclui-se que intervenções que promovem o brincar através do cuidador, para criança com TEA são importantes à medida que potencializam o desenvolvimento sadio, por meio de um facilitador que viabilize a motivação de estratégias. Por isto devem ser motivadas mais pesquisas com intervenções focadas para o brincar do TEA.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Cartilha de orientação para atendimentos odontológicos com pacientes portadores de Transtorno do Espectro Autista (TEA)(2020-09-30) SILVA, Ana Flávia Costa da; CORRÊA, Vânia Castro; http://lattes.cnpq.br/2598643232020589O Transtorno Espectro Autista (TEA) é um distúrbio de desenvolvimento complexo, do ponto de visto comportamental, e faz parte de um grupo de condições de disfunções cerebrais. Estão subdivididos em categorias de graus de severidade, sendo eles: níveis I, II e III. Esse transtorno tem maior prevalência em pacientes do sexo masculino, e o seu diagnóstico preciso pode ser feito ainda durante a primeira infância. As principais características dos portadores dessa patologia estão relacionadas à dificuldade de comunicação e interação social, bem como nos comportamentos que podem incluir interesses específicos e os seus padrões de atividades cotidianas. Pacientes com necessidades especiais geralmente apresentam problemáticas quanto a saúde bucal, e o portador do TEA é um grupo que ratifica essa condição. Em função de uma possível dieta cariogênica, dificuldade motora para uma higienização adequada e o uso de medicações que geram a diminuição da produção de saliva, esses pacientes apresentam elevada prevalência de cárie e doenças periodontais. Dessa forma, torna-se ainda mais necessário um acompanhamento periódico ao Cirurgião Dentista. No entanto, por receio do comportamento do paciente e por dificuldades enfrentadas pelo profissional durante a consulta odontológica, muitos pais negligenciam essa necessidade. Sendo assim, este trabalho tem o objetivo de orientar e capacitar, por meio da confecção de uma cartilha autoexplicativa, direcionada à profissionais da classe odontológica, a fim de contribuir para um atendimento de qualidade, seguro e humanizado com esse grupo de pacientes.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) A construção do conceito de Tempo Histórico para crianças autistas na Educação Básica(2023-08-30) JESUS, Victória Costa de; LOPES, Siméia de Nazaré; http://lattes.cnpq.br/8791203591623509; https://orcid.org/0009-0005-4933-1251De acordo com a Constituição Federal de 1988, a Lei nº 9394/1996 de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) e a lei nº 8069/1990, conhecida como Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), todos possuem o direito à educação. Em 2012, a lei nº 12.796/2012 (conhecida como a lei Berenice Piana) passou a incluir nesse quadro de direitos a assistência aos cidadãos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e, mais especificamente, as crianças. Entretanto, apesar de todo um aparato jurídico que garante o acesso desse público às escolas, é possível analisar que, no que concerne principalmente às Instituições sustentadas pelos Municípios dentro do Estado, a capacitação dos professores e dos diversos profissionais do Ensino Regular Básico ainda é precária e ínfima se comparado a grande demanda de alunos autistas. Por isso, esta pesquisa procura, através da problematização da formação do professor de História da Educação Básica, do conhecimento a respeito do conceito de Cultura Escolar, aplicar o conceito de Temporalidade a partir da habilidade EF06HI01 da BNCC referente ao 6° ano do Ensino Fundamental às crianças autistas que possuem os graus 1 e 2 com o intuito de promover um ensino voltado à inclusão do público autista às metodologias usuais e interdisciplinares exigidas no ensino de História.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Cuidando do cuidador: saúde mental de cuidadores primários informais de crianças com Transtorno do espectro do autismo (TEA) - uma revisão sistemática da literatura(2017) FERREIRA, Camila Souza; PAULA, Thamires Baia; FERREIRA, Laiana Soeiro; http://lattes.cnpq.br/1549766219835413Introdução: Há um grande número de fatores que intensificam os impactos e maximizam os níveis de estresse do cuidador primário informal, quando se trata de crianças com Transtorno do Espectro do Autismo TEA, entre eles: a severidade dos casos, a dificuldade de acesso aos serviços especiais de que necessitam e, fatores econômicos e culturais. O TEA é caracterizado pelo desenvolvimento atípico ou deficiente da comunicação e interação social, com a presença de um repertório restrito de comportamentos, atividades e interesses. As diversas fontes de estresse resultantes do cuidado oferecido às crianças com TEA, quando não amenizadas, podem impulsionar impactos na saúde mental dos cuidadores primários informais. Objetivo: verificar na literatura de maneira quantitativa e qualitativa o que vem sendo abordado sobre a saúde mental de cuidadores primários informais de crianças com o Transtorno do Espectro do Autismo – TEA. Metodologia: tratase de uma revisão sistemática da literatura de cunho descritivo, exploratório e natureza quantiqualitativa, utilizandose os descritores: Saúde Mental, Autismo, Cuidadores e Terapia Ocupacional, em inglês e português, nas bases de dados dos Cadernos de Terapia Ocupacional da Universidade Federal de São Carlos – UFSCar e na Revista de Terapia Ocupacional da Universidade de São Paulo – USP, selecionando publicações entre os anos de 2011 a 2016, em português e inglês, estas foram submetidas ao instrumento Avaliação de Confiabilidade Científica – ACC elaborado pelas pesquisadoras a partir da Escala de PEDro e da Recomendação de PRISMA, afim de selecionar pesquisas com maior qualidade metodológica e evidências científicas. Os resultados qualitativos foram organizados por categorias de análise, cujos descritores desta pesquisa foram norteadores. Assim como os resultados quantitativos, organizados em tabelas e figuras. Resultados: Totalizando 1.837 publicações a partir dos descritores nas duas bases de dados, 43 selecionadas pelo título e 11 publicações selecionadas pelo resumo foram avaliados pela ACC e apenas 05 publicações mostraramse aptas metodologicamente para esta pesquisa. Destacase por categorias a importância das discussões acerca da temática, assim como os resultados de outras pesquisas vinculadas ao tema. Discussão: A partir disto, salientase, a importância de investimentos literários acerca desta temática. Levando em consideração que as repercussões na saúde mental do cuidador primário informal de crianças diagnosticadas com TEA necessitam de atenção; assim como a disponibilização de publicações em outras línguas diferentes da nacional darão notoriedade as pesquisas científicas com esta população Conclusão: Diante desse contexto, considerase de suma importância que a temática de saúde mental de cuidadores primários, informais de crianças com TEA, seja mais divulgada na literatura, e as pesquisas sejam disponibilizadas também em línguas estrangeiras, salientando que as repercussões geradas pelo cuidar ganham grandes dimensões quando não tratadas corretamente. Ainda, apontase que a população de cuidadores primários tem pouca informação acerca da sua saúde mental, já que quando se trata de cuidar de uma criança diagnosticada com TEA, as atenções tendem a direcionar para o acompanhamento médico, ambulatorial e educacional da criança, e o cuidador primário acaba deixando em segundo plano sua qualidade de vida e saúde mental.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) É conhecendo que se entende: desmistificando as produções científicas sobre autismo(2023-12-21) SILVA, Gabriel Martins; GUIMARÃES, João Pedro Quaresma; LIMA, Reinaldo Feio; http://lattes.cnpq.br/9408343501581038; https://orcid.org/0000-0003-2038-7997Este trabalho é fruto das vivências dos presentes autores ao longo de suas jornadas no curso de Licenciatura Plena em Matemática. A escolha da temática a qual tange o ensino de matemática para alunos autistas, não foi uma escolha aleatória, mas sim, construída e inspirada em meio aos acontecimentos ocorridos durante essa incrível caminhada. Entretanto, este trabalho é composto pela junção de dois Capítulos de Livros publicados em E-books. O Capítulo I buscou indicar possíveis soluções para que estudantes autistas possam aprender matemática. Para alcançar essa pesquisa utilizou-se a técnica de análise bibliográfica, essa técnica, de acordo com Gil (2002, p. 44), é desenvolvida com base em materiais já disponíveis, constituídos principalmente de livros e artigos científicos. O lócus dessa pesquisa foi os anais das edições 2019 e 2020 do Encontro Nacional de Educação Matemática Inclusiva (ENEMI). Após ser realizado a busca formou-se o corpus, com o total de 18 artigos. E com a leitura dos artigos, foram criados quadros agrupando os trabalhos entre eles por similaridade a partir de eixos temáticos selecionados. Contudo, após a análise dos artigos, foi entendido que para que a inclusão do aluno autista seja adequada é necessário três condições básicas, são elas: 1) Conhecer e estudar as características comuns às pessoas com autismo; 2) Definir a forma de atendimento educacional a ser ofertado, concomitantemente com a turma comum; e 3) Desenvolver estratégias adequadas de atuação pedagógica em sala de aula, respondendo às necessidades educacionais especiais de alunos com autismo, as quais devem ser avaliadas sistematicamente (MENEZES, 2012; PLETSCH, 2014). O Capítulo II investigou as produções científicas, com ênfase no Ensino Fundamental 1 e 2, sobre o ensino de Matemática direcionado a indivíduos autistas. Esse objetivo foi alcançado por meio de uma pesquisa bibliográfica que para Sampieri, Collado e Lucio (2013), baseiase principalmente em fontes secundárias, que são trabalhos que sintetizam e interpretam informações de fontes primárias como estudos de pesquisa originais. Para a coleta de dados desse estudo utilizou-se as renomadas plataformas digitais: Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e a Biblioteca Digital Brasileira de Teses e Dissertações (BDTD), e houve a seleção de 24 trabalhos, sendo 20 dissertações e 2 teses. Os dados foram analisados empregando as técnicas de Booth, Sutton e Papaioannou (2016), que envolvem a identificação de estudos relevantes, sistematização da informação, agrupamento e categorização, síntese e análise crítica. Em suma, alguns dos resultados destacou-se com a Figura 1 que os estudos voltados ao ensino de matemática para alunos autistas são recentes, tendo maior índice em 2020. É valido ressaltar que sudeste é a região que predominou em relação ao número de publicações encontradas nos Capítulos I e II. Portanto, escrever este trabalho como um todo, desencadeou saberes valiosos para a formação dos presentes autores como futuros profissionais qualificados para exercer a profissão com excelência, e que os mesmos estão gratos por contribuírem com a comunidade cientifica.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) O ensino da matemática para estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA)(2023-06-30) LEMOS, Jordan Marques; THIJM, Gerlândia de Castro Silva; http://lattes.cnpq.br/9934039543357877O estudo volta-se à temática Educação Inclusiva e objetiva analisar o ensino- aprendizagem de Matemática para estudantes com transtorno do espectro autista - TEA. Para isso, aborda os conceitos de educação inclusiva, TEA, características do estudante autista e também a abordagem matemática para estes estudantes tendo como foco a discalculia. A pesquisa qualitativa realizada é do tipo revisão bibliográfica. Foi possível constatar, de acordo com a literatura pertinente, que existe uma grande dificuldade para professores e demais envolvidos nas escolas para o ensino de Matemática para esta parte da população. Diante de didáticas alternativas, metodologias que considerem os limites e dificuldades destes estudantes e com a utilização de jogos, torna-se possível que estudantes com TEA compreendam a Matemática e assimilem o conteúdo de maneira adequada, podendo levá-lo para a vida.