Navegando por Assunto "Argamassa"
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Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Argamassa de assentamento ecoeficiente: o uso de areia reciclada para construção(2026-02-12) BRITO, Breno da Silva; SILVA, Thayane Gabriela da Silva e; CORDEIRO, Luciana de Nazaré Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/9126233381230999; https://orcid.org/0000-0001-7931-4042No setor da construção civil, se observa um grande consumo de recursos naturais, acompanhado da geração em ampla escala de resíduos, como os resíduos de construção civil. Diante desse quadro, é essencial adotar alternativas sustentáveis que definam a destinação desses materiais, dentre elas está a produção de agregados reciclados, usados na incorporação em materiais cimentícios (concretos e argamassas) promovendo um cenário mais sustentável na construção civil. Nesse sentido, o presente trabalho tem como objetivo avaliar a viabilidade técnica e a ecoeficiência de argamassas de assentamento com areia reciclada de base cimentícia com base nos requisitos de consistência e densidade no estado fresco, além de densidade, absorção por capilaridade e resistência à compressão e tração no estado endurecido, analisando assim o efeito da substituição parcial do agregado miúdo natural por agregado miúdo reciclado em proporções de 10%, 20% e 30%, para isso serão testados traços na proporção 1:6, 1:7 e 1:8 em volume. Os resultados mostraram que a viabilidade técnica do uso da areia reciclada é dependente da dosagem utilizada, pois houve limitações de resistência à compressão que inviabilizam o uso da argamassa no traço 1:8 para todos os teores de substituição, para o traço 1:7 os teores acima de 10% não atenderam aos requisitos, diferentemente do traço 1:6 que obteve aprovação em todos os níveis de substituição, assim conciliando sustentabilidade e atendimento aos requisitos normativos.Trabalho de Curso - Graduação - Artigo Acesso aberto (Open Access) Argamassas ecoeficientes: uso de resíduo de esquadrias de PVC rígido como agregado para a construção(2026-02-24) PINTO, Amanda Gracielly Dos Santos; CRUZ, Antonio Michael Marques da; CORDEIRO, Luciana de Nazaré Pinheiro; http://lattes.cnpq.br/9126233381230999; https://orcid.org/0000-0001-7931-4042O setor da construção civil é um dos principais emissores de carbono e produtores de resíduos sólidos, o que impulsiona a busca por materiais alternativos e estratégias de sustentabilidade. Dentro desse contexto, o Policloreto de Vinila (PVC) apresenta um desafio global devido à sua lenta e difícil degradação ambiental, apesar de ser um material altamente reciclável. A pesquisa avaliou a viabilidade técnica de argamassas de revestimento com incorporação de resíduo de PVC (10%, 20% e 30%) em substituição ao agregado miúdo. Devido à natureza hidrofóbica do polímero, a trabalhabilidade exigiu um aumento na relação a/c para manter a consistência. Apresentando uma redução na densidade de massa à medida que o teor de polímero aumentou, alcançando uma diminuição de aproximadamente 31% na argamassa AR-PVC30, classificando-as como argamassas leves. No estado endurecido, embora o teor de 20% tenha apresentado um pico de absorção por capilaridade, o traço com 30% de resíduo exibiu uma redução nesse coeficiente, sugerindo que o caráter repelente do PVC pode dificultar o transporte de água no interior da matriz em concentrações elevadas. Além de uma redução acentuada na resistência à tração na flexão, que declinou de 3,95 MPa no traço de referência para 1,38 MPa no traço com 30% de substituição. Conclui-se que a utilização do resíduo de PVC é uma alternativa tecnicamente viável e ambientalmente responsável para fins não estruturais.Trabalho de Curso - Graduação - Monografia Acesso aberto (Open Access) Propriedades tecnológicas de argamassas com resíduo de vidro(2025-12-19) SOUSA, Paloma Suellen Lima de; NASCIMENTO, Damares da Cruz Barbosa; http://lattes.cnpq.br/3140674919333795; https://orcid.org/0000-0001-7154-5380; CÂNDIDO, Verônica Scarpini; http://lattes.cnpq.br/8274665115727809; https://orcid.org/0000-0002-3926-0403O crescente volume de resíduos sólidos e a demanda por soluções ambientalmente responsáveis têm incentivado a busca por materiais alternativos capazes de reduzir o consumo de recursos naturais na construção civil. Entre esses materiais, o resíduo de vidro moído destaca-se pela disponibilidade, estabilidade química e elevado teor de sílica amorfa, características que justificam sua investigação como substituto parcial do agregado miúdo em argamassas. O objetivo deste estudo foi avaliar o comportamento físico, mecânico e microestrutural de argamassas nas quais a areia foi parcialmente substituída por resíduo de vidro nos teores de 10%, 20%, 30% e 40% em massa. Inicialmente, procedeu-se à caracterização física das matérias-primas, verificando que o vidro apresenta maior finura e angularidade em relação à areia natural, fatores que influenciam diretamente a compactação e a demanda de água das misturas. A análise granulométrica confirmou a predominância de partículas finas no resíduo, enquanto a determinação da massa específica indicou valores compatíveis com os de agregados miúdos utilizados na construção civil. No estado fresco, observou-se que o aumento do teor de vidro provocou elevação nos tempos de início e fim de pega, consequência da baixa absorção de água e da menor reatividade inicial do material vítreo. Nos ensaios físicos, houve redução da absorção de água e do índice de vazios, além de um discreto aumento da massa específica, indicando maior densificação da matriz cimentícia. A resistência à compressão demonstrou melhora significativa nos teores intermediários, especialmente em 20% e 30%, devido ao efeito de preenchimento das partículas finas de vidro e à contribuição pozolânica tardia da sílica amorfa. O teor de 30% apresentou o melhor desempenho geral, combinando maior resistência mecânica, menor porosidade e microestrutura mais compacta. As imagens de microscopia eletrônica de varredura evidenciaram refinamento da matriz e presença de produtos hidratados associados à interação entre cimento e partículas de vidro. A análise estatística (ANOVA e teste de Tukey) confirmou diferenças significativas entre os grupos, consolidando o teor de 30% como a condição mais eficiente. Os resultados obtidos mostram que a substituição parcial da areia por vidro moído é tecnicamente viável até 30%, proporcionando melhorias relevantes no desempenho do material e contribuindo para práticas mais sustentáveis na construção civil.