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Navegando por CNPq "CNPQ::CIENCIAS EXATAS E DA TERRA::GEOCIENCIAS::GEOMORFOLOGIA::CLIMATOLOGIA GEOGRAFICA"

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    Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Influência da arborização no microclima urbano do município de Tucuruí-PA
    (2025-01-22) CAVALCANTE, Lethicia Lima; COSTA, Carlos Eduardo Aguiar de Souza; http://lattes.cnpq.br/2451471006212065; https://orcid.org/0000-0002-7238-6892
    O crescimento populacional e a expansão urbana têm intensificado as mudanças climáticas, causadas pelo aumento da temperatura devido a retirada da vegetação A vegetação, que desempenham um papel fundamental na mitigação de calor, e a supressão vegetal tem sido um dos fatores para o aquecimento. Assim, este trabalho teve como objetivo analisar a cobertura vegetal e a temperatura superficial, através do Índice de Vegetação por Diferença Normalizada (NDVI) e da Temperatura Superficial Terrestre (TST), utilizando o sensoriamento remoto. A área de estudo está localizada no município de Tucuruí-PA, com uma extensão de 89.7 km². O estudo abrangeu 32 bairros, realizado com base em imagens captadas em 28 de julho de 2024 e 16 de julho de 2024. Para tanto, a pesquisa consistiu nas seguintes etapas: as imagens de satélite, obtidas pelos satélites Sentine-2 e Landsat 8, processadas e analisadas, posteriormente realizada a correlação entre os índices para determinar a influência da arborização sobre a redução de calor urbano. Os resultados indicam que os bairros afastados do perímetro urbano onde apresentam maior atividade fotossintética, enquanto bairros centrais, caracterizada pela alta concentração de edificações, registram elevadas temperatura, intensificando o fenômeno ilha de calor. Além disso, notou-se a correlação negativa entre o NDVI e TST (-0,70), o que reforça a importância da vegetação para a redução de calor urbano. Por fim, verificou-se que as áreas de maior intensificação de calor poderão ter prioridade no beneficiamento para inclusão de infraestrutura verde. A implementação de medidas como arborização no planejamento urbano é indispensável para melhoria do conforto térmico, sendo um elemento chave para a sustentabilidade das áreas urbanizadas.
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    Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Mudanças na cobertura da terra no litoral Tauá-Vigia-Colares, Estado do Pará
    (2019-12-18) OLIVEIRA, Syanne D’ Elizete Silva de; BARBOSA, Estêvão José da Silva; http://lattes.cnpq.br/0650519445162390; https://orcid.org/0000-0003-2507-5212
    A zona costeira é um espaço de grande interesse para o ser humano, e por ser uma área de constante dinâmica, faz-se indispensável o monitoramento sobre a mesma. Durante as últimas décadas, o aumento populacional nas regiões litorâneas têm sido significativo, ocasionando várias situações de desequilíbrio socioambiental, com fortes impactos nos ecossistemas. A Zona Costeira Amazônica não foge a esta regra. O grande objetivo deste estudo é acompanhar com detalhe as causas das principais mudanças na cobertura da terra relacionadas com três municípios, Santo Antônio do Tauá, Colares e Vigia, estudados durante os períodos de 1984, 1994 e 2017 através de produtos de sensoriamento remoto e suas aplicações, que possibilitam obter dados essenciais que permitem o monitoramento ambiental. As imagens utilizadas no projeto foram cenas do Land Remote Sensing Satellite (LANDSAT), órbita-ponto 223/61, que abrange os três municípios, obtidas gratuitamente do site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), feita a combinação R5-G4-B3 para o sensor TM do LANDSAT 5, e R6-G5-B4 do sensor OLI, do mesmo satélite. Por meio da classificação supervisionada puderam ser observadas as mudanças na cobertura da terra e, a partir disso, percebeu-se de forma nítida as mudanças ao longo do tempo na área de estudo. Com base nos resultados, foi possível identificar o impacto das intervenções humanas, para fins diversos relacionados com usos rurais e urbanos, sobretudo a manipulação da cobertura vegetal, transformando a paisagem. Isso foi demonstrado por dinâmicas como a expansão de classes como o cultivo permanente, areais e capoeiras. Em contrapartida, a floresta ombrófila, devido à degradação da cobertura vegetal, diminuiu suscetivelmente, o que evidencia um significativo desmatamento na área. Na linha de costa observou-se o crescimento da vegetação de mangue, ligado à dinâmica dos fatores costeiros que atuam na baía de Marajó.
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    Trabalho de Curso - Graduação - MonografiaAcesso aberto (Open Access)
    Mudanças no regime de chuvas e implicações para a erosão hídrica na bacia do Tapajós
    (2026-01-21) FERREIRA, Luandra Caroline Veloso; COSTA, Carlos Eduardo Aguiar de Souza; http://lattes.cnpq.br/2451471006212065; https://orcid.org/0000-0002-7238-6892
    Este trabalho teve como objetivo analisar o comportamento presente e futuro do regime de chuvas e o potencial erosivo das precipitações na Bacia Hidrográfica do Rio Tapajós (BHRT), considerando diferentes contextos climáticos. Foram utilizados dados históricos de precipitação de dez estações pluviométricas distribuídas na bacia, bem como projeções climáticas do modelo MIROC5 para os cenários futuros RCP 4.5 e RCP 8.5. A variabilidade pluviométrica foi avaliada por meio do Índice de Anomalia da Chuva (IAC), enquanto o potencial erosivo das chuvas foi estimado a partir de equações empíricas ajustadas às condições regionais, com destaque para a adoção da equação de Morais et al. (1991). A análise espacial da erosividade média anual foi realizada utilizando o método de interpolação Inverso da Distância Ponderada (IDW). Os resultados para o período presente evidenciaram alternância entre anos extremamente úmidos e extremamente secos em todas as estações analisadas, indicando elevada variabilidade climática na BHRT. Observou-se que os maiores valores de erosividade mensal ocorreram durante o período chuvoso, concentrando-se, de modo geral, entre os meses de novembro e março no Mato Grosso e entre janeiro e maio nas estações localizadas na Amazônia. Nos cenários futuros, manteve-se o padrão sazonal da erosividade, porém com intensificação dos valores máximos, especialmente no cenário RCP 8.5. A análise do IAC indicou aumento da frequência e da severidade de eventos extremos, com maior recorrência de secas severas em algumas estações e intensificação de episódios chuvosos em outras, evidenciando contrastes espaciais dentro da bacia. A relação entre o IAC e a erosividade demonstrou coerência ao longo dos períodos analisados, indicando que anos classificados como extremamente úmidos tendem a apresentar maior número de meses com elevada erosividade, enquanto anos extremamente secos concentram predominantemente meses com baixo potencial erosivo. A interpolação espacial revelou maior concentração de erosividade nas porções oeste e norte da BHRT, associada a maiores volumes e intensidades de precipitação. O principal resultado do estudo indica que, embora o padrão sazonal das chuvas seja mantido nos cenários futuros, há tendência de intensificação do potencial erosivo, sobretudo no cenário RCP 8.5, ampliando os riscos de erosão hídrica na Bacia do Tapajós.
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